Regresso da JSD ao Bombarral

O regresso da JSD ao Bombarral é para nós um enorme desafio que acarreta muita responsabilidade, mas é com ambição que o aceitamos, pois queremos desenvolver o debate político e a participação entre os jovens do Bombarral. Viva a Juventude!

sábado, 21 de maio de 2011

O Bombarral pode ser o concelho mais a sul do Distrito, mas não pode ser esquecido!

Como sabeis o “Voto” de dia 5 de Junho irá eleger o futuro Primeiro-Ministro, o Governo e os Deputados à Assembleia da República.
Ora, os eleitores do distrito de Leiria irão eleger com o seu “Voto” candidatos a Deputados que concorrem pelo distrito, e apenas indirectamente o Futuro Primeiro-Ministro.
A campanha eleitoral do PSD no nosso distrito iniciou-se no dia 2 de Maio, e terminará no dia 3 de Junho. Os principais candidatos a deputados pelo ciclo de Leiria do PSD são oriundos de concelhos do Distrito, com excepção da cabeça de lista, a Professora Teresa Morais, que eu conheço à 4 anos e foi minha professora na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. É uma pessoa por quem tenho um enorme respeito e uma grande consideração, e que se caracteriza por ser uma grande Profissional e com grande sentido de responsabilidade.
Este ano eleitoral o Bombarral tem o privilégio de poder contar com um candidato a deputado natural da nossa terra, que concorre em 3º lugar na lista do PSD pelo distrito de Leiria, o Dr. Feliciano Barreiras Duarte.
Falei por mais de uma vez durante o mês de Abril com a Professora Teresa Morais, e com o Presidente da Distrital da JSD, Pedro Pimpão, 6º candidato na lista a deputado pelo distrito de Leiria, para que os candidatos viessem ao Bombarral com agenda disponível para poderem contactar de perto com os Bombarralenses, poderem ouvi-los e conversar com eles, visitarem Instituições e poderem encerrar a visita com um jantar junto dos bombarralenses. Mais, a Professora Teresa Morais, em conversa comigo manifestou mesmo essa vontade, uma vez que há dois anos atrás tinha passado muito depressa pelo Bombarral e não teve tempo para conversar com os cidadãos e conhecer melhor o nosso concelho.
Qual não é o espanto da JSD Bombarral quando é publicada a Agenda de Campanha e se encontra agendada apenas uma visita ao Bombarral, no dia 23 de Maio.
Não podemos estar contentes com esta situação, pois em 16 Secções do Distrito de Leiria, o Bombarral é a 6ª maior secção em termos de militantes da JSD, e no que toca ao PSD é de igual modo um concelho com grande relevo à escala distrital, que conta com todas as Freguesias e a Câmara Municipal com Presidentes e suas equipas eleitas pelas listas do PSD, e que conta com um Bombarralense que irá com toda a certeza ser eleito deputado da Assembleia da República pelo distrito de Leiria, que irá concerteza após a eleição ter em atenção as carências da nossa terra e da nossa população.
Consideramos por isso esta Agenda uma afronta. Contactámos uma das pessoas que está a coordenar a campanha no distrito e foi-nos dito que “quem definiu a agenda de campanha foi o PSD distrital, e foi revista e até alterada em alguns pontos durante uma reunião onde estiveram presentes todos os representantes (presidentes de Comissão Política ou outros) das várias secções/concelhos do distrito. Inclusivamente, além do que consta da agenda, houve uma proposta feita pelos presentes do Bombarral, no sentido de no dia 22 (com a volta do Dr. Pedro Passos Coelho por Leiria) haver uma espécie de pequeno-almoço no Bombarral com o Líder do Partido...mas logo foi posto de lado por questões logísticas. Além disso, ninguém se opôs a esta agenda...”
A JSD Bombarral, após reuniar com a CPS do PSD Bombarral ficou a saber que afinal não foi pedido "uma espécie de pequeno almoço" mas sim um almoço, e por isso questiona-se, uma vez que as “questões logísticas” não permitiram que o Líder do Partido pudesse almoçar no Bombarral e contactar com os Bombarralenses mas essas “questões logísticas” já não impediram o almoço ser agendado em Alcobaça.
A JSD Bombarral aproveita para mostrar o seu desagrado, porque o Bombarral e os bombarralenses não podem ser deixados de parte.
Mais, aproveitamos para deixar uma mensagem aos candidatos do PSD por Leiria, no sentido de os lembrar que o Bombarral existe e os Bombarralenses merecem respeito e consideração, por isso pedimos para que seja dada maior atenção ao Bombarral após as eleições, uma vez que durante o mandato anterior a atenção foi o que foi, e durante o que resta desta campanha a atenção que será dada ao Bombarral será praticamente inexistente.
Hoje a política tem obrigatoriamente que mudar, e se o PSD quer crescer no panorama nacional, então tem que começar a mudar de estratégia. Por isso acreditamos que os candidatos não podem andar nas ruas apenas em tempo de campanha, e depois esquecerem os cidadãos que votaram neles porque acreditaram na sua palavra.
A JSD Bombarral manifesta assim a sua palavra de desconforto quanto a estas questões, porque apesar do Bombarral ser o concelho mais a sul do Distrito, não pode ser esquecido.
No entanto a JSD Bombarral deseja as maiores felicidades aos candidatos do PSD pelo distrito de Leiria para o que resta da campanha e para o mandato que se avizinha, principalmente ao candidato da nossa Terra, o Dr. Feliciano Barreiras Duarte, e faz o apelo para que não esqueçam o Bombarral após o dia 5 de Junho.

A JSD Bombarral quer deixar claro que está com os candidatos pelo Distrito de Leiria e com o Dr. Pedro Passos Coelho, porque Está na Hora de Mudar Portugal!

Não nos resignamos, e uma vez mais exigimos que “Respeitem o Bombarral e os Bombarralenses!”


Com os maiores cumprimentos,

Ricardo Venâncio - Presidente da Comissão Política da JSD Bombarral

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Venda de pêra-rocha a crescer no Oeste! - Mensagem do Presidente da JSD Bombarral. Participem!

Foi em ambiente de festa, sem lamentos nem queixas, que decorreu na passada segunda-feira o XVI Encontro Anual dos Produtores de Pêra Rocha (ANP). Num jantar servido num armazém, rodeado de máquinas calibradoras e com menu baseado em produtos regionais, juntaram-se 200 pericultores (produtores de pêra) para celebrar mais um bom ano de produção e venda de pêra-rocha.

Nas conversas à mesa falou-se da crise, claro, mas nos discursos oficiais ninguém pediu subsídios nem o ministro da Agricultura, António Serrano, que esteve presente, ouviu quaisquer reivindicações de uma classe habitualmente atrita a pedir apoios.

Os números são expressivos: em 2010 Portugal produziu 171 mil toneladas de pêra-rocha, das quais exportou 80 mil toneladas, sobretudo para o Reino Unido (27 por cento do total de exportações), França (25 por cento) e Brasil (24 por cento). O quarto país de destino já fica a uma diferença abissal dos três primeiros - é a Rússia, com 5,4 por cento das exportações, seguido da Irlanda, com 5,1 por cento.

União fez a força

Torres Paulo, presidente da ANP, diz que na campanha do ano passado facturaram-se 200 milhões de euros, dos quais 150 no mercado externo. Esta associação representa 2500 pericultores, responsáveis por um volume de vendas de 120 milhões de euros. Quatro delas - Unirocha, Coopval (ambas do Cadaval), Granfer (Óbidos) e Primofruta (Bombarral) - venderam 44 mil toneladas para o estrangeiro, o que significa 54 por cento das exportações.

A associação de pequenos produtores individuais em cooperativas ou sociedades por quotas, e a fusão de empresas agrícolas para ganharem maior massa crítica e obterem economias de escala, tem sido um dos segredos do êxito, bastante elogiado por António Serrano. "Associaram-se, ganharam dimensão e souberam projectar-se", disse o ministro, para quem este modelo deveria ser replicado para outros sectores como os hortícolas e as flores.

Numa época em que não basta pôr as pereiras a produzir pêra-rocha, a criação de valor passa também pela competência técnica, pelo domínio dos circuitos de comercialização e pelo marketing e publicidade. E essa é outra das explicações pelas quais o sector triplicou em cinco anos o volume de exportações. Uma das inovações tecnológicas são as câmaras de atmosfera controlada, que substituem as de frio, onde a fruta é mantida sem oxigénio, podendo conservar-se durante muitos meses com as mesmas características de quando acaba de ser colhida. Por outro lado, os agricultores sujeitaram-se a exigências invulgares noutros congéneres de outras áreas. Para além da colocação de retretes amovíveis nos pomares durante as colheitas, as inúmeras certificações obrigam a procedimentos rigorosos na forma de cuidar dos pomares, no manuseamento das pêras e no seu armazenamento e transporte.

Os próprios pericultores são obrigados a fazer cursos de reciclagem para se poderem manter as certificações ambientais, nas colheitas é obrigatório o uso de luvas e nas centrais fruteiras há roupa apropriada, touca para a cabeça, luvas e uma forte implementação de hábitos de higiene. "Depois disso a fruta já pode ir para o supermercado, onde qualquer um lhe pode tocar nas prateleiras, mesmo que tenha as mãos sujas", ironizava um dos agricultores durante o jantar.

Visto país a país, Portugal é o maior mercado da pêra-rocha, absorvendo uma quarta parte da produção nacional. As grandes e médias superfícies asseguram 64 por cento do escoamento e a indústria, sobretudo a dos sumos, 19 por cento. É aqui que se podem situar alguns lamentos. "Tendo em conta a importância do mercado português, o país está em recessão e isso é um problema. O que nos levou a apostar nas exportações foi o aumento da produção de pêra-rocha e a capacidade dos nossos empresários em levar este fruto de Portugal para numerosos outros mercados", diz Torres Paulo, que tem notado um aumento do consumo de pêra-rocha no nosso país nos últimos anos, mas que é inferior ao crescimento da capacidade produtiva.

Um fruto sem cópias

Por outro lado, as pessoas estão cada vez mais sensíveis à saúde e à importância da fruta na dieta alimentar, o que, para este dirigente, dá resposta ao crescimento das produções. E há outro factor decisivo: a pêra-rocha é única.

"Não existe em mais lado nenhum. Embora existam experiências de produção no Brasil e em Espanha, o fruto que daí resulta tem características diferentes do que é produzido na nossa região". Vanda Rodrigues, gerente da CPF - Central de Produção e Comercialização de Hortofrutícolas, confirma esta vantagem comparativa de um fruto que não só não se produz no estrangeiro, como em Portugal se circunscreve à Região Oeste. Tem a ver com o clima e as condições dos solos, explica.

Esta empresa é também um exemplo de associação de produtores. Foi criada no Bombarral em 1997 e tem dez sócios que pertencem a este concelho e aos de Cadaval, Alcobaça, Caldas da Rainha, Torres Vedras e Mafra. No total, são dez explorações com 205 hectares que se situam nesses concelhos. Noventa e cinco por cento da produção é pêra-rocha.

Em 2010 a empresa produziu 10.500 toneladas e facturou 8,5 milhões de euros. Oitenta por cento da sua produção tem como destino o Brasil, cinco por cento vai para a Rússia e o mercado nacional tem uma quota de 15 por cento. "É sempre um risco estarmos tão dependentes do Brasil, mas temos lá clientes desde o Norte ao Sul do país e esta foi uma opção dos nossos sócios que, antes de se juntarem, vendiam para lá".

Um sinal de que o sector vive dias felizes e tem credibilidade é o acesso ao crédito. "A banca bate-nos à porta", diz Torres Paulo. Coisa rara num período em que o crédito escasseia. "Isso significa que somos estáveis e temos futuro porque os nossos empresários reinvestem o que ganham em vez de retirarem dividendos", refere.

  In Público online - 16 de Maio de 2011


Mensagem do Presidente da JSD Bombarral

Caríssimos Bombarralenses, Há já algum tempo que tencionamos saber de que forma poderá a JSD Bombarral contribuir para que a exploração e comercialização não só da Pêra Rocha, mas de outros produtos agrícolas ou hortículas possa ser feito no Bombarral com maior competitividade para o mercado nacional mas também internacional, que seja um sector com cada vez mais adeptos e com incentivos para que os jovens se interessem pelo mesmo. A aposta na agricultura será um dos caminhos que o Bombarral, através do seu munícipio e com ambição dos empresários tem que agarrar e percorrer para que o concelho possa arrancar novamente no caminho do desenvolvimento empresarial, económico e social, através de um maior volume de produção e vendas, apostando no rigor e qualidade dos produtos, para que com o volume das vendas possa gerar maior liquidez a quem produz e comercializa, abrindo portas ao capital, e a que seja possivel serem criados mais postos de trabalho.

Neste sentido, brevemente terei, em nome da JSD Bombarral, uma reunião com o Presidente da AJAP - Associação de Jovens Agricultores Portugueses em Lisboa. É uma reunião que já esteve agendada por duas vezes mas por indisponibilidade do Presidente da AJAP não se realizou. Pretendemos com a reunião perceber o que pode ou não ser feito no Bombarral para estimular o desenvolvimento deste sector para melhor servir quem produz e quem compra no concelho!

Neste sentido, dirigo-me aos Bombarralenses solicitando para que, caso haja alguma crítica/sugestão ou até mesmo uma mensagem para ser dirigida ao senhor presidente da AJAP, enviem um email para jsdbombarral@hotmail.com . Pretendemos ser um elo de aproximação da população à autarquia. E Acredito que nós, bombarralenses, juntos, podemos ajudar o nosso Concelho a evoluir! É uma missão de todos, e em tempo de crise teremos que ser dos primeiros a dar a volta a situação, para que ganhemos espaço nos mercados e reconhecimento local, regional e nacional!

Conto com todos! Podem contar comigo!


Com os maiores cumprimentos,



Ricardo Venâncio - Presidente da Comissão Política da JSD Bombarral.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

" O Tempo dos Líderes" e "Era uma vez o PPD" dia 30 de Abril, no Bombarral - uma iniciativa da JSD Bombarral.



A JSD Bombarral congratula-se por apresentar aos cidadãos Bombarralenses uma exposição acerca da origem e evolução da JSD e do PPD/PSD ao longo de todo o período democrático, passando pelo percurso dos seus diversos líderes, os seus programas e de que maneira estes contribuíram para o desenvolvimento do país.

A sessão tem hora marcada para as 15h30, com "O Tempo dos Líderes", que conta com a participação de Paulo Colaço,  assessor dos vereadores da Câmara Municipal de Rio Maior. De seguida, apresentaremos "Era uma vez o PPD", com Diogo Agostinho, administrador do blog Psicolaranja e director do gabinete de estudos da JSD Regional de Lisboa, e com o Dr. Feliciano Barreiras Duarte, consultor jurídico, professor Universitário e actual chefe de gabinete do Presidente do PSD, Dr. Pedro Passos Coelho.

Hoje, mais do que nunca, devido à crise internacional, mas acima de tudo, devido à actual situação política em Portugal, que assenta num descrédito cada vez maior da população nas Instituições Políticas e nos Partidos Políticos, existe a necessidade de mudar. Mudar as pessoas, mudar as estratégias e as formas de actuação política, mas acima de tudo, mudar mentalidades e a forma de fazer política.

Hoje, mais do que nunca, os Portugueses precisam de uma política de proximidade, em que os representantes políticos contactem directamente com os eleitores, que os oiçam e juntos possam encontrar forma de resolver os problemas, assimetrias e encontrar um rumo, o rumo que o país precisa, e que tem que começar a ser criado a partir dos concelhos.

Consideramos ser importante mostrar aos cidadãos do Bombarral, aos mais novos e aos adultos, aquilo que são as orientações políticas em que assentam a JSD e o PSD, e quais as suas bandeiras de Governação para Portugal.

Para nós, é essencial sermos ouvidos, mas é ainda mais essencial ouvirmos, e por isso continuamos a assumir o compromisso que assumimos quando fomos eleitos, o de sermos o elo de ligação da população com a Autarquia.

Por isso, fazemos o convite a todos os companheiros, militantes e não militantes da JSD e do PSD, mas também a todos os cidadãos simpatizantes de outras cores partidárias e aos que não perfilham de nenhuma ideologia política em concreto, para que compareçam e participem.

Hoje, mais do que nunca, o país precisa de mais gente a interessar-se e a participar na política, local e nacional.


Vamos ser pioneiros, e mostrar ao país que o Bombarral pode ser um exemplo a seguir!



Com os Maiores Cumprimentos,


JSD Bombarral.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

“Parva que sou” dos Deolinda - Um Despertar de Consciências, sem dúvida!

Deolinda - Parva que sou

Sou da geração sem remuneração
e não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!
Porque isto está mal e vai continuar,
já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘casinha dos pais’,
se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou
Filhos, maridos, estou sempre a adiar
e ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘vou queixar-me pra quê?’
Há alguém bem pior do que eu na TV.
Que parva que eu sou!
Sou da geração ‘eu já não posso mais!’
que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar
.

"Após os concertos realizados pelos Deolinda nos Coliseus do Porto e de Lisboa em que foi apresentada uma nova canção – “Parva que sou” – que aborda um tema que é muito actual, o Grupo Musical não conseguiu ficar indiferente às reacções do público, e disse mesmo “Após os concertos, ao ver que o tema “Parva que sou” continua a ganhar vida através das redes sociais e dos meios de comunicação, não podemos deixar de demonstrar o nosso agrado em perceber que uma canção está a suscitar debate e diálogo em volta de um assunto actual e que julgamos da maior pertinência.” Confesso que não é um Grupo Musical que particularmente me agrade. Projecta-se, nele, um certo ideário contestatário. No entanto, aquela letra da canção “Parva que sou” tem, no seu ideário social, todas as condições para se tornar uma espécie de bandeira colectiva de um grupo cada vez maior de Jovens que não sabem realmente quem são porque simplesmente não lhes dão oportunidade para ser.
Esta música é, de facto, uma música de crítica social, de protesto, de intervenção: o que lhe queiram chamar. A letra desta música é forte e não deixa ninguém indiferente. E neste sentido tenho de dar os parabéns aos Deolinda, não por ajudarem directamente os jovens que se identificam com a “ Geração nem nem” – nem têm presente, nem têm perspectivas de futuro, (na minha opinião a melhor definição) – mas por ajudarem estes a sair da inércia em que a maioria se encontra. E o que importa nesta fase inicial, é que os obrigue a Pensar, a Pensar que devem ser os Jovens os primeiros a denunciar o que está mal, para que sejam alteradas determinadas políticas e definidos novos rumos.
Com isto está dado o “pontapé de saída” para algo ser feito. É preciso que os Jovens participem mais, porque na minha opinião, não é a falta de interesse que não os move, mas sim quem anda no terreno, como eu e os meus companheiros da Direcção da JSD Bombarral, e tantos outros jovens pelo país fora, das mais variadas cores políticas ou mesmo apartidários, sente a dada altura que é muito difícil alterar seja o que for, porque o sistema está algo corrompido, mas ainda assim considero ser possível mudar alguma coisa. Mas ser Jovem é ser detentor de Sonhos, de Expectativas, de Ambição e de Exuberância, logo, nós Jovens temos de ser persistentes e não desistirmos à primeira dificuldade até porque para além de termos sonhos, também somos o sonho deste país, até porque para além das nossas expectativas também existem as expectativas de um Portugal melhor à nossa responsabilidade.
Depois há outra coisa que tem de ser denunciada, e que os Jovens têm que perceber de uma vez por todas, que é a seguinte: em tempo de crise, é nos Jovens que o País espera encontrar novas alternativas, e não podem os Jovens queixar-se, e na altura de exercerem o seu direito de voto, não aparecerem. Se vivemos em democracia, então temos de votar, ou em alguém ou em branco. Agora, se não vamos às urnas, então é melhor repensar o sistema político actual, se será melhor ter de novo um sistema político ditatorial do que representativo.
Não concordo quando se diz que o “Português” aceita tudo o que lhe fazem, seja com o aumento de impostos, diminuição de salários, redução de benefícios fiscais…basta ligar a Televisão e assistir a manifestações, ou mesmo a nível local: a título de exemplo, muito recentemente, quando da notícia da diminuição do horário de funcionamento do Centro de Saúde do Bombarral, a população aderiu em peso a uma iniciativa organizada pela Comissão de Utentes, para contestar o que poderá acontecer. Eu estive com a população, e percebi que nos momentos de crise, os cidadãos juntam-se e conseguem ultrapassar todas as dificuldades, por isso não aceito a ideia que têm do Português, o Conformado!
Considero ser esta a altura, embora de alguma instabilidade política, e no seguimento do corte das despesas por parte do Estado Português, a altura ideal para se preparar uma reforma na forma como se elege os Deputados à Assembleia da República, nomeadamente, através da criação de Ciclos Uninominais (à muito pensado para Portugal), bem como a altura de reduzir o número de Deputados na Assembleia da República para o número mínimo previsto na Lei da Assembleia da República. O país conseguirá melhores resultados com menos mas melhores deputados.
Se o Povo Português (e dirigindo-me novamente para os Jovens, onde me insiro) quer ter o poder de decisão, a faculdade de decidir o que quer para as suas vidas, então tem de o usar no dia-a-dia em vez de se limitar a contestar aqueles que o usam de forma menos própria porque preguiçosamente deixa que quem exerce o poder político, governe a vida de cada um, sem que o povo peça contas da sua actuação. É verdade que é para isso que existem os Partidos da Oposição, mas então é preciso criar um diálogo com os cidadãos, deixando de lado interesses exclusivamente partidários e, ao invés, olhar principalmente para o seio do Povo. Por isso também considero que deve ser pensada uma forma de ser controlada a actuação de quem exerce funções políticas, não só em termos de responsabilidade política, mas também em termos de responsabilidade civil, para que quem Governa mal e com resultados desastrosos, possa responder perante os cidadãos e perante o sistema Judicial.
Os governantes têm que governar em nome do povo e não em benefício próprio, e de alguns. Por isso, considero que é preciso com urgência uma Revolução, mas uma Revolução de mentalidades, pois HOJE está na altura de deixarmos de ser egoístas, e pensarmos também nos outros, e no Futuro. Mas também é preciso que, quem Governa crie condições para que os seus representados se possam manifestar e apresentar propostas e soluções para o que considerem estar mal, e que os cidadãos aproveitem para participar. Porque acredito que hoje é fundamental existir um maior contacto entre quem é eleito e quem elege.
Por isso deixo aqui uma mensagem, não tanto enquanto presidente de uma Juventude Partidária, (porque pertencer a uma Juventude Partidária não significa que se acate tudo o que nos impõem – eu não o faço e lamento quem o faz -, pois devemos pertencer a algo com que nos identifiquemos, através dos ideais em que assenta, e não na expectativa de receber contrapartidas), mas enquanto Jovem, com o orgulho de ser Bombarralense, e com o patriotismo de ser Português, virada para aos Jovens Portugueses, principalmente aos do Bombarral, para que não continuem sentados à espera que quem Governe, seja a nível local seja a nível nacional construa o nosso futuro sem nos ouvirem ou prestarem contas, porque temos de ser todos nós a construir o nosso próprio futuro. É verdade que talvez nos falte a coragem para arriscar, mas temos de ter consciência que temos de ter a força e a vontade de possuir as vitórias que são nossas. É verdade que por vezes o poder corrói quem dele se reveste, mas sempre assim foi e será sempre assim, e cabe-nos a nós, individualmente, fazer a diferença na nossa casa, no nosso bairro, na nossa escola, no nosso local de trabalho, na nossa aldeia, vila ou cidade para que quem lidere não seja corrompido! Temos de começar a transformar o nosso mundo, a nossa vida. As mudanças não aparecem do nada, começam no coração daquele que decide: EU VOU CONSEGUIR!
Mentiria se dissesse que não me preocupo com o meu futuro e dos meus, mas digo isto hoje também para mim, para que não perca a coragem que me moveu sempre até hoje, em todos os meios e batalhas onde me inseri, para fazer melhor, para marcar a diferença, para defender o que acredito ser bom e útil, até que me demonstrem que não tenho razão, para contribuir para algo melhor onde nos possamos sentir bem, viver melhor e orgulharmo-nos porque participámos na construção de algum bom! Eu não nasci para ser infeliz, derrotado ou desprezado, e acredito que vocês também não! Sei e tenho plena consciência que é bem mais fácil falar do que concretizar, mas será que estamos bem? Será que é isto que queremos para as nossas vidas e para o nosso futuro?
Peço-vos, estudantes, não deixem de estudar, e aproveitem os conhecimentos técnicos e da vida que têm para os pôr em prática, para juntos levantarmos o nosso Concelho, e o nosso País. Se decidirem deixar de estudar, aprendam uma profissão, mas sejam responsáveis, e não contribuam para a estatística de jovens que nem estuda nem trabalha, que leva anos na escola pública, à custa dos contribuintes, a passear os livros…tenham respeito por quem paga os seus impostos para que vocês possam estudar de forma gratuita. Todos Juntos, podemos fazer a diferença! Não hibernem, senão um dia os nossos filhos vão ter vergonha de nós, como já têm os que hoje nascem e já trazem na certidão de nascimento uma factura para pagar de 13 000 Euros, pelas más políticas de quem Governou nos últimos anos! Amigos, não nos conformemos com pouco, lutemos por algo, não direi maior, mas melhor…temos capacidade para isso, falta apenas um pouco de vontade e coragem."
in Jornal "Notícias do Bombarral", edição de 24 de Fevereiro de 2011.

Redigi este artigo com o objectivo de despertar a Juventude para o grave problema que vivemos no presente, e que se agravará no futuro se nada for feito. Dia 12 de Março, estarei na Av. da Liberdade, em Lisboa, para me juntar à manifestação da chamada "Geração à rasca", não enquanto dirigente partidário, mas enquanto cidadão Jovem.  Espero que esta manifestação seja, acima de tudo, ordeira, porque o que se pretende, pelo menos no meu ponto de vista, é que se passe para o poder político a seguinte mensagem: os Jovens estão atentos às opções políticas, e descontentes com a actual situação.
Participem!

Forte Abraço

Ricardo Venâncio - Presidente da Comissão Política de Secção da JSD Bombarral.


sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

O que é preciso fazer para alterar o panorama Económico-Social de Portugal?


Ao dia 17 de Fevereiro de 2011, no programa da RTP1 - "Grande Entrevista", o Presidente do Partido Social Democrata, Dr. Pedro Passos Coelho respondeu ao longo de cerca de 40 minutos a perguntas feitas pela Jornalista Judite Sousa, onde esclareceu que o PSD irá abster-se à Moção de Censura que será apresentada pelo Bloco de Esquerda em Março de 2011.


Referiu Pedro Passos Coelho que o PSD viabilizou através da abstenção o Orçamento de Estado para 2011 de forma a que Portugal pudesse recuperar através da Governação do Partido Socialista, reduzir o défice e iniciar um conjunto de propostas estruturais para alterar o panorama nacional.

Alertou o Presidente do PSD que, num cenário como o actual, em que a despesa está a ir longe de mais, é preciso reduzi-la, mas, quanto mais tarde se faz esse trabalho, pior serão os instrumentos a utilizar para que se consiga resultados efectivos.

Denunciou que o Estado apenas irá conseguir  pagar os juros da dívida devido ao aumento de receitas provenientes do aumento da carga fiscal para o ano económico de 2011, o que é, para o Líder do PSD, insustentável quer para os contribuintes, quer para o país.

Aquando da Pergunta da Jornalista Judite Sousa: "O que é preciso fazer?", respondeu Pedro Passos Coelho que "O que é preciso fazer é permitir que o pouco crédito disponível que a banca tem possa chegar às empresas, porque são as empresas privadas e as famílias que criam riqueza, pois o Estado não cria riqueza. O Estado ajuda a que seja criada riqueza. Depois o Estado recebe a riqueza produzida e distribui a mesma pelas pessoas.

Acrescentou ainda que, se as empresas continuam a fechar, irá resultar em:
- Mais desemprego;
- Mais subsídios de desemprego, logo mais despesa para o Estado;
- Menos receita de impostos como o IRS ou o IRC;
- Menos riqueza gerada;
- Menos economia.

Para evitar esta situação o que o Estado tem que fazer é canalizar capital ás empresas, pois na opinião do Líder Social-Democrata, estas têm bons negócios mas não têm acesso a liquidez.

Como uma das soluções para reduzir o despesismo do Estado, Pedro Passos Coelho propôs medidas de racionalidade para o sector empresarial do Estado, dando o exemplo da RTP, que gasta à volta de 300 Milhões de Euros anuais,e questiona que a RTP precise de esse montante para prestar uma boa informação e um bom serviço público. Pois enquanto o Estado gasta dinheiro assim, há empresas a fechar e pessoas a perder o emprego.


A JSD Bombarral revê-se nas declarações do Presidente do PSD, e aproveita para acrescentar que, não basta permitir o acesso à liquidez por parte das empresas para que sejam sustentáveis e possam viabilizar os seus negócios, mas também que sejam conferidas condições para que possam ser competitivas, quer em Portugal, quer no Estrangeiro, nomeadamente através de incentivos fiscais.

Acreditamos que é uma forma de "muscular" a economia portuguesa, e evitar que o desemprego continue a aumentar.

Apelamos uma vez mais para que seja feito um maior controlo ao despesismo do Estado, e aos Gastos Astronómicos e insustentáveis que o sector empresarial do Estado contínua a praticar, e possa em vez disso, utilizar esse capital para apoiar investimentos novos por parte dos privados!

Vamos acreditar que fazer melhor é possível!!

Cumprimentos,


JSD Bombarral


quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O que é ser da JSD?


Uma mensagem do ex-Presidente da JSD, Pedro Rodrigues, que esclarece algumas dúvidas sobre o que é ser da JSD.


Forte abraço amigos e companheiros,


JSD Bombarral.

sábado, 29 de janeiro de 2011

A JSD Bombarral está solidária com a denúncia e combate ás medidas discriminatórias do Governo contra a Liberdade de Ensino em Portugal


A Juventude Social Democrata denuncia as medidas discriminatórias do Ministério da Educação e exige a publicação de um estudo sobre a rede de escolas com contrato de associação pois ainda ontem, a Ministra da Educação, antecipou que "Não podemos continuar a financiar lucros e privilégios, como cavalos, campos de golfe ou piscinas nessas escolas.”

 A JSD acusa a Ministra Maria Isabel Girão de Melo Veiga Vilar, conhecida como ficcionista Isabel Alçada de viver ainda num tempo de ficção, que pelo seu passado todos compreenderão. Depois de visitar escolas por todo os país os únicos buracos que a JSD encontrou foram os “BURACOS NA EDUCAÇÃO, no ORÇAMENTO e na SAÚDE” não tendo encontrado nenhum campo de golf.

Posição da JSD sobre a Liberdade de Ensino
A liberdade de escolha na formação e qualificação deve ser um direito inalienável numa sociedade democrática justa. Da mesma forma, também a liberdade de ensinar, seja num serviço público ou privado, deve ser consagrada.

Em matéria de Educação, compete ao Estado: a regulação da rede; a contratualização dos objectivos de cada projecto-escola; o financiamento; a definição de conteúdos programáticos fundamentais na aprendizagem e, por fim, a garantia de um sistema nacional de avaliação que assegure a qualidade e a aquisição de competências por parte dos estudantes.

O Sistema de Ensino Português deve assentar num modelo que privilegie a liberdade de escolha, e por consequência, a autodeterminação personalista de cada indivíduo. Negar esses princípios é retroceder décadas na evolução de um sistema de ensino verdadeiramente livre e democrático.

Em 1980, o Governo de Francisco Sá Carneiro fez publicar o Decreto-Lei n.º 553/80 de 21 de Novembro, onde se pode ler no Preâmbulo o seguinte:

“As Leis n.ºs 9/79, de 19 de Março, e 65/79, de 4 de Outubro, reconhecem aos pais a prioridade na escolha do processo educativo e de ensino para os seus filhos, em conformidade com as suas convicções.
 Do mesmo passo, competem ao Estado a obrigação de assegurar a igualdade de oportunidades no exercício da livre escolha entre pluralidade de opções de vias educativas e de condições de ensino.
 Deu-se, assim, plena expressão aos preceitos constitucionais que consagram a liberdade de aprender e de ensinar (artigo 43.º) e o papel essencial da família no processo educativo dos filhos (artigo 67.º), na esteira dos princípios acolhidos na Lei n.º 7/77, de 1 de Fevereiro, sobre associações de pais e encarregados de educação.

O Programa do Governo expressa a inequívoca determinação de proceder à intransigente defesa e efectivação desses princípios, como parte integrante do modelo de sociedade pluralista e livre que se deseja consolidar em Portugal. Importa, agora, criar as condições que propiciem e potenciem o exercício concreto dos princípios programáticos definidos, dando cumprimento ao disposto no artigo 17.º da Lei n.º 9/79.

O Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo, constante do presente diploma, define um quadro regulamentar e orientador tão maleável, como convém à diversidade do universo em apreço, quanto preciso, como requerido pelo desiderato de justa e equitativa aplicação. Tem-se, sobretudo, em vista a criação de um conjunto coerente de normas que, sem a preocupação da exaustividade prescritiva, proporcionem estímulo e encorajamento à iniciativa particular e à desejável explicitação de projectos educativos próprios.

 Remete-se, em consequência, para legislação complementar toda a matéria susceptível de regulamentação especial, salvaguardando-se no presente Estatuto a consagração das linhas essenciais à liberdade e à responsabilidade de criação, gestão e orientação de estabelecimentos de ensino, bem como à efectivação da igualdade de oportunidades no acesso à educação.”

A recente decisão do Governo revela falta de palavra e cumprimento de compromisso para com as Escolas que leccionam ao abrigo de um protocolo com o Estado, em Regime de Contrato de Associação. A JSD denuncia esta forma de governar, que olha a iniciativa privada com desconfiança, reservando ao Estado um papel paternalista, de quem chama a si todas as decisões.

Sob o eterno pretexto da “crise” e ao invés de diminuir a despesa pública, o Governo Socialista demonstra a forma como vê a Educação em Portugal, atacando estabelecimentos de ensino de forma discriminatória, prejudicando o percurso escolar de milhares de crianças e jovens e colocando em causa o vínculo laboral e o emprego de milhares de professores.

O contrato de Associação com o Estado garante o acesso ao Ensino Privado, mesmo para os alunos carenciados. Tal é sobremaneira relevante, se nos lembrarmos que o Ensino Público não cobre a totalidade da rede nacional. Recorde-se que os alunos que frequentam as escolas em questão, uma vez que o Estado financia estas turmas, não pagam qualquer valor de propina, sendo em muitos casos alunos carenciados e que beneficiam de acção social escolar.

A JSD considera a diminuição do financiamento por turma em mais de €10 000/ano, face à Escola Pública, um verdadeiro atentado à Liberdade de Ensino em Portugal!

Ao comprometer a Escola Privada de acesso público, através do corte na ordem dos €3300/aluno/ano, para cursos dos ramos científico-humanísticos, o Governo Socialista remete para a iniciativa privada e social o peso do sacrifício.

A JSD exige que o Governo financie as Escolas ao abrigo de um contrato de associação, exactamente nos mesmos valores que financia uma escola pública na mesma região, acabando com a discriminação que estas escolas estão a sofrer, que é prova de um preconceito do Governo Socialista contra a iniciativa privada, contra a autonomia das escolas, e contra a Liberdade de Ensinar e Aprender, princípios constitucionais presentes no artigo 43.º da nossa Constituição que refere que "é garantida a liberdade de aprender e ensinar", que "o Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer directrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas", que "o ensino público não será confessional" e que "é garantido o direito de criação de escolas particulares e cooperativas".

A JSD considera que a Liberdade de Ensino: Liberdade de Aprender e Ensinar deve constituir um pilar fundamental na autodeterminação e valorização da pessoa humana como centro e objectivo fundamental da transmissão de conhecimento e aquisição de competências dos cidadãos em geral.

Desta forma, e embora não haja nenhuma escola no Bombarral nesta situação, a JSD Bombarral sente necessidade de também participar na denúncia desta acção do Governo, mostrando total compreensão e solidariedade para com as escolas Privadas que recebem participações públicas, e para com os seus alunos, professores, auxiliares e encarregados de educação!

Não baixem os braços! A educação é essencial, para todos!

Cumprimentos,

                                                                       JSD Bombarral