Regresso da JSD ao Bombarral

O regresso da JSD ao Bombarral é para nós um enorme desafio que acarreta muita responsabilidade, mas é com ambição que o aceitamos, pois queremos desenvolver o debate político e a participação entre os jovens do Bombarral. Viva a Juventude!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

I Congresso de Autarcas do PSD do distrito de Leiria


No passado dia 20 de fevereiro de 2016 a JSD Bombarral marcou presença no I Congresso de Autarcas do PSD do distrito de Leiria, organizado pela Comissão Política Distrital de Leiria do PSD, onde ao longo do dia foram abordadas diversas áreas, nomeadamente, O Papel das Freguesias no Novo Quadro Legislativo, As Politicas Sociais nas Autarquias, A Comunicação nas Autarquias, o Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, a Captação de Investimento e o E-governance. Nestes painéis foram diversos os oradores convidados, de salientar a presença do Presidente do PSD, o Dr. Pedro Passos Coelho, responsável pela sessão de encerramento.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

III Congresso Distrital da JSD Distrital de Leiria



A JSD do Bombarral marcou presença no passado dia 30 de Janeiro no III Congresso Distrital da JSD Distrital de Leiria, em Alcobaça, onde foi apresentado em linha gerais o novo programa para a distrital pelo seu novo líder Renato Guardado eleito nesse mesmo dia que sucedeu a Margarida Balseiro Lopes, designado por Leiria 360, que contou com o apoio da JSD do Bombarral.
É de salientar deste programa a preocupação com o fortalecimento da estrutura da JSD, em especial das concelhias, capacitando as estruturas locais da JSD para uma intervenção mais eficaz junto dos jovens, militantes e não militantes e dos seus concelhos, dotando as concelhias da JSD de meios e competências para que possam, individualmente, dar resposta às necessidades dos seus jovens e, conjuntamente, representá-los junto da estrutura distrital por forma a consertar posições e definir respostas às diferentes necessidades que existem no nosso distrito, promovendo o desenvolvimento local com iniciativas que visem a promoção e atratividade das diversas concelhias, visando mostrar o elevado potencial que existe no distrito de Leiria e tornar o mesmo mais atrativo para os jovens.
Um dos outros temas a que a candidatura se propõe discutir é a rede de Ensino Superior, dentro da qual é incontornável a discussão da estratégia de futuro do Instituto Politécnico de Leiria, numa perspetiva de defesa do superior interesse da instituição e do seu papel na Região.

Destacamos que a JSD está representada nesta nova comissão política da JSD Distrital de Leiria, sendo Ricardo Oliveira Venâncio, atual Presidente da JSD do Bombarral, um dos Vice-Presidente da distrital, Manuel Carvalho, vogal suplente da Comissão Política e Frederico Roldão Suplente da Mesa do Plenário.                                              
      
Adriana Cruz 
Juventude Social Democrata do Bombarral 

            

 “Um distrito unido, uma só amplitude”


Participação da JSD no III Congresso Distrital da JSD distrital de Leiria   


domingo, 29 de novembro de 2015

O papel do desporto e das coletividades no nosso concelho

No passado dia 10 de outubro, na sede do Sport Clube Escolar Bombarralense, celebrou-se o centésimo quarto aniversário daquele que é o clube mais antigo da Associação de Futebol de Leiria.
Em mais de cem anos de história, o S.C.E.B. atravessou momentos de prosperidade mas também momentos de enormes dificuldades. Nos últimos anos, podemos apontar alguns fatores que estiveram na origem e o conduziram à situação difícil em que vive atualmente. Desde logo, a diminuição dos apoios financeiros da autarquia, a degradação da realidade socioeconómica da nossa região – à semelhança do que acontece pelo país fora –, que culmina na diminuição das doações das pessoas e empresas ao clube; direções que tomaram opções de gestão que se revelaram negativas financeiramente, e o distanciamento dos jovens ao clube.
Fazendo uma analogia com um ciclo económico, o Bombarralense, depois de passar por sérias dificuldades de gestão, de financiamento e de rumo, tem conseguido alavancar-se devido ao trabalho desenvolvido por esta direção, contando com o apoio de alguns voluntários que tudo têm feito para mudar o estado das coisas.
Contudo, o clube tem necessidades para além do trabalho que é desenvolvido pelas pessoas amigas do clube. Para um correto funcionamento e desenvolvimento do clube, são precisas pessoas para dirigir e ajudar o clube na realização das suas atividades, mas também atletas e financiamento. É por isso fundamental que os bombarralenses tenham noção da função social que o S.C.E.B. presta ao concelho, formando atletas mas, sobretudo, homens e mulheres, através do ensinamento do respeito pelas regras, do respeito pelos adversários e colegas, do companheirismo, do sacrifício, da luta e empenho por um objetivo comum, a amizade. No fundo, prepara os nossos jovens para viverem em sociedade.
Como se não bastasse a diminuição gradual do apoio financeiro ao Bombarralense, foram no nosso entendimento tomadas medidas políticas prejudiciais no que diz respeito ao futebol no município, nomeadamente a construção do estádio municipal no local onde se encontra, afastando os jovens da prática do futebol, ao contrário do que deveria acontecer. Como é sabido, muitos são os pais que, por falta de tempo ou de meios, não transportam os seus filhos para os treinos. Assim, cumpre ao clube fazê-lo. Acontece, porém, que o clube não tem tido capacidade logística nem financeira para transportar diariamente dezenas de jovens de diversos pontos do concelho para o estádio e depois do estádio para o concelho. Neste sentido, e na nossa opinião a autarquia poderia ter aqui um papel fundamental de apoio.
Por outro lado, as condições climatéricas que emanam no novo estádio municipal são constantemente adversas à boa prática desportiva.
Outra consequência desta decisão aconteceu ao nível do número de espetadores que passou a assistir aos jogos do clube. Quem não se lembra do antigo “San Siro”, onde os árbitros auxiliares tinham que entrar em campo para fugir aos chapéus-de-chuva dos adeptos presentes na linha lateral? Com bancadas cheias dos jogos de iniciados até aos séniores? Boas recordações essas, as do campo de jogos, no centro da vila, repleto de adeptos. Por vezes viam-se 3 gerações unidas em torno do clube, enfim, era a festa do futebol.
Depois de haver a transferência do palco dos jogos para o campo do Casal do Urmal, o clube passou por uma fase em que, tal como os portugueses, viveu acima das condições que lhe eram permitidas. Desde salários a prémios de jogo muito acima das possibilidades do clube, o Bombarralense rapidamente acordou do sonho em que estava a viver.
Fruto das dificuldades de tesouraria que atravessa a autarquia, o clube tem sofrido muito com a redução significativa da verba destinada a ajudar o clube na prossecução da sua missão social. Mas temos a responsabilidade de questionar: será o desporto uma despesa ou um investimento? Acredito que o corte de apoios em associações e coletividades como o Bombarralense têm um efeito negativo no desenvolvimento dos nossos jovens e na transmissão dos valores e cultura bombarralenses, que tão importantes são para que mais tarde estas pessoas tenham vontade de lutar pela sobrevivência destas associações e queiram viver no concelho. No limite, desvalorizar instituições como o Bombarralense é colocar em crise a identidade do concelho.
Nos últimos anos constato que alguns jovens bombarralenses em idade escolar com ambições desportivas preferem jogar nas Caldas da Rainha ou em Torres Vedras, atraídos pela projeção que os clubes destas cidades lhes podem oferecer. É por isto que reforço esta ideia, não só o SCEB perde atletas, como a escola perde alunos, como perde a economia do concelho clientes (pois os pais optam por aproveitar as deslocações para fazer compras nessas cidades), ou seja, o desporto tem um papel fundamental do desenvolvimento e consolidação social dos nossos concidadãos e deve ser uma prioridade incentivada e apoiada pelo poder politico.
O Bombarralense deve ter um papel preponderante na formação dos nossos jovens enquanto agentes sociais. Por isso, e uma vez que temos assistido a péssimos resultados na gestão de equipas sénior num passado não muito longínquo, desafio os futuros dirigentes, a que sem descurarem o objetivo de criarem equipas competitivas, não se deixarem levar pelo protagonismo que a construção de uma equipa sénior de estrelas lhes possa trazer, porque hoje observamos em primeira mão os custos que advirão para as gerações futuras.
Termino com um desejo, que é o de rentabilizar o estádio municipal e promover o desenvolvimento e progresso no nosso concelho (que tem uns acessos privilegiados), utilizando o tão falado Parque Temático que se encontrará no mesmo espaço
físico que o estádio municipal atual, dando a este uma utilidade e versatilidade diferente da que hoje existe e que ao mesmo tempo que possa existir a possibilidade de se fazer um campo municipal no centro da vila para que se volte a “casar” as pessoas com o clube, este com a Vila, e por fim, esta com a Juventude e assim encontrar uma solução para um crescimento económico e social sustentável do concelho.

Rodrigo Sebastião 
Juventude Social Democrata do Bombarral

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

JSD promove campanha de apoio a refugiados “Somos todos humanos”

Uma juventude partidária consciente do seu papel na sociedade não pode estar alheada da atual crise de refugiados. Os jovens são intrinsecamente solidários, razão pela qual na Juventude Social Democrata estão bem vivos valores como a generosidade, o humanismo e o altruísmo.

A JSD tem mais de 40 anos de experiência em causas solidárias, nomeadamente em situações de crise humanitária. Honrando essa tradição, lançamos a campanha nacional “Somos todos Humanos”, visando o apoio a refugiados e a instituições de acolhimento.

No concelho do Bombarral a campanha teve lugar no dia 7 de novembro e consistiu na recolha de roupas e alimentos não perecíveis que depois serão distribuídos por instituições portuguesas que acolherão refugiados. Uma parte dos bens angariados será entregue também no Centro de Acolhimento de Refugiados da Croácia, onde todos os dias chegam milhares de pessoas.

No Bombarral esta recolha foi da responsabilidade da Juventude Social Democrata do Bombarral que recebeu os bens doados na sua Sede, na Rua Manuel de Lima Souto, n.º 10, R/C, 2540-117 Bombarral.

O sucesso desta campanha não teria sido possível sem a boa vontade das pessoas, e o voluntarismo dos militantes da JSD que, no terreno, trabalharam na promoção da iniciativa, na logística e no processo de angariação e armazenamento de roupa e bens alimentares.

Em nome da JSD do Bombarral partilho com a comunidade bombarralense que o balanço que fazemos desta iniciativa é positivo. Contudo, por sermos exigentes e perfecionistas acreditamos que é possível fazer mais.

Aproxima-se a época solidária por excelência, o Natal, e é nosso propósito promover outras ações de cariz social em prol dos jovens do nosso concelho.

Estamos certos que conseguimos, com esta campanha, mobilizar ainda mais os jovens e os bombarralenses em geral para um problema que é de todos, porque somos todos humanos.


Ricardo Oliveira Venâncio

Presidente da JSD do Bombarral

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Campanha Solidária

Uma juventude partidária consciente do seu papel na sociedade não pode estar alheada da atual crise de refugiados. Os jovens são intrinsecamente solidários, razão pela qual na Juventude Social Democrata estão bem vivos valores como a generosidade, o humanismo e o altruísmo.

A JSD tem mais de 40 anos de experiência em causas solidárias, nomeadamente em situações de crise humanitária. Honrando essa tradição, lançamos a campanha nacional “Somos todos Humanos”, visando o apoio a refugiados e a instituições de acolhimento.

No concelho do Bombarral a campanha tem lugar no dia 7 de Novembro e consiste na recolha de roupas e alimentos não perecíveis que depois serão distribuídos por instituições portuguesas que acolherão refugiados. Uma parte dos bens angariados será entregue também no Centro de Acolhimento de Refugiados da Croácia, onde todos os dias chegam milhares de pessoas.

Esta recolha é da responsabilidade da JSD Bombarral que receberá os bens doados na sua Sede, na Rua Manuel de Lima Souto, n.º 10, R/C, 2540-117 Bombarral, entre as 15h e as 17h.

Estamos certos de conseguir, com esta campanha, mobilizar ainda mais os jovens e os portugueses em geral para um problema que é de todos, porque somos todos humanos.


Ricardo Oliveira Venâncio,

Presidente da JSD do Bombarral

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Carta Aberta a Mário Soares

Carta Aberta a Mário Soares


Ex.mo Presidente da República emérito e Pai da democracia ad eternum, Mário Soares,



Uma vez que é apologista da comunicação por carta aberta, enviamos a V. Ex. esta correspondência.

Um dos princípios pelos quais a JSD se vem batendo tem sido a solidariedade intergeracional. Ficamos contentes quando constatamos que, ao invés de infelizes empresas que discriminam contra a empregabilidade sénior, a comunicação social portuguesa mantém os seus palcos de escrita inalterados há décadas.

Como juventude partidária no terreno contactamos diariamente com a realidade da juventude e do seu crescente desagrado com o aparelho político. Dizem: "são todos iguais" e apontam para o estado económico como prova de um desgoverno colectivo passado. Aos falsos profetas que apelam a cenários alternativos catastróficos mas recusam aceitar a sua quota de responsabilidade, gostaríamos de relembrar as palavras do passado, nomeadamente do V. Programa do IX Governo Constitucional liderado por V.Exa.: "A crise é de tal modo grave que o combate a travar é de todos. (...) A crise traduz-se nisto: vivermos acima das nossas possibilidades, consumindo muito mais que produzimos. (...) É talvez tentador recusar cooperação a um governo que se não apoie. Mas não é disso que se trata. Se é lícito discordar e até democraticamente combater um Governo a que somos adversos, não é licita a recusa em apoiar um combate que está para lá das ideologias e dos partidos, porque se insere na defesa da democracia, da liberdade e da justiça social, que são património comum de todos os verdadeiros patriotas. Trata-se, em suma, de defender o País e o regime".

E como consideramos que demagogia se combate com demagogia deixamos-lhe um conselho e um desafio: citando o seu amigo Rei de Espanha no pedido ao seu bom aluno Hugo Chavez, perguntamos mas agora em português "Porque não te calas?"; e deixamos-lhe o desafio de começar por dar o exemplo e abdicar de todos os apoios públicos e isenções fiscais à sua fundação, escusamo-nos de o fazer em relação à sua reforma e às restantes mordomias a que tem legítimo direito como ex Presidente da República.

Acreditamos que alguém tão experiente, daria uma melhor contributo ao país fazendo propostas concretas para cortar na despesa do Estado.

Ajude-nos a demonstrar que nem todos os políticos se regem pela demagogia barata. A democracia portuguesa assim o exige.

Atenciosamente,


A Juventude Social Democrata

quinta-feira, 19 de julho de 2012

"As faturas na Restauração - solução ou perversão?"


Acabo de conhecer a notícia no “Jornal da Tarde” da RTP1, após ver a peça e ouvir a entrevista realizada ao Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, da futura obrigatoriedade dos estabelecimentos comerciais (cafés, restaurantes, cabeleireiros, etc) emitirem facturas de qualquer serviço prestado (ex: pastilha elástica), e considero ser importante partilhar o que penso sobre esta temática e nova medida do Governo.

Consigo entender, pelo menos na teoria, aquilo que o Governo pretende e a ideia é boa, mas, como está, será impraticável e trará consequências nefastas para o nosso país. E será assim porque as pessoas que trabalham estas matérias certamente não convivem com o mercado, não conhecem a realidade destes estabelecimentos, a asfixia com que vivem para os manterem abertos, como se percebeu pela entrevista dada pelo Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais hoje no Jornal da Tarde da RTP1, ou por publicações em redes sociais por membros do Governo da República, como esta: Tsc Tsc pá, lá vêm aqueles políticos pá, a fiscalizarem as nossas contas pá, para pagarmos os impostos que devíamos pá, isto cada vez está mais difícil pá! Tenho que limpar as contas pá, esconder o ferrari pá, comprar umas roupas aos sem abrigo pá, para receber os fiscais pá, para não dar nas vistas pá, assim talvez não me apanhem pá!!!!”

Permitam-me uma nota, devido à ousadia deste print, para dizer que entendo que o exemplo deve vir "de cima", ou seja,  a fiscalização deveria começar por ser feita precisamente aos políticos, às suas declarações de rendimentos, ao seu património, à forma como as suas riquezas surgem, aos seus “ferraris”. Mas eu entendo estas preocupações, pois alguns destes Doutores (membros do governo, Deputados, etc) auferem salários líquidos acima dos € 2000 (dois mil euros) fora outros apoios, sem assumirem responsabilidade por políticas desastrosas que todos os dias acontecem em Portugal, fazendo fortunas, às vezes de forma “pouco clara” aos olhos dos cidadãos, gozando de impunidade, por isso compreendo que muitos deles ignorem a realidade do nosso país, das nossas empresas e dos nossos cidadãos! É verdade que existem outros tantos que "levam por tabela", mas de forma injusta, porque são sérios e trabalham em prol do desenvolvimento do país, por isso a carapuça servirá apenas a alguns...

Voltando à situação que nos urge apreciar, na prática, o que irá acontecer com a execução deste novo imperativo fiscal não é o aumento das receitas fiscais pelo Estado, mas sim possíveis cenários como:

- Aumento dos preços pelos proprietários dos estabelecimentos;

- Diminuição de despesas com o pessoal;

- Encerramento de actividades e dissolução das empresas.

E porquê? Porque desde logo, muitos pequenos estabelecimentos (o grosso em Portugal), com a actual situação chegam ao final do ano civil e fiscal sem realizarem lucro, ou então com margens muito estreitas, estando a contribuir para o funcionamento da economia, gerando emprego, e tendo o seu nome à frente de todas estas responsabilidades. Mas caso o negócio corra mal, são os únicos que não têm direito a subsídio de desemprego. É justo? Não, de todo!

Desafio por isso o Governo a legislar no sentido da atribuição de subsídio de Desemprego aos gerentes dos negócios, em caso de insolvência fortuita. Isso sim seria uma atitude pró-ativa para o desempenho dos mesmos, e para apoiar o desenvolvimento da economia.

E desafio o Governo a rever esta situação das faturas, porque, e lendo um comentário de um proprietário de um estabelecimento do género, em resposta ao Membro do Governo que publicou na rede social facebook, acima transcrito: Então mano Pah..se chegasses ao fim do dia com uma caixa de 200€ Pah tivesses contas para pagar sendo que EDP pagas no mínimo 500€ mes Pah ,funcionários, rendas, taxas as câmaras , higiene e seguranças alimentares, Seg.social, IRS, IRC, combustível ao preço que anda, matérias primas inflacionadíssimas, e para fechares o boquet levas com um IVA trimestral na ordem dos 4000€..nem para um Ferrari, da matchbox tens dinheiro. Não sei que restaurentes andas a frenquentar pá!”, os proprietários encontrarão maiores dificuldades em manter as suas instalações e empresas em funcionamento.ível ao preço que anda ,matérias primas inflacionadissimas,e para fechares o boquet levas com um IVA trimestral na ordem dos 4000€...nem para um Ferrari da matchbox tens €€. Não sei que restaurantes andas a fr

§  ível ao preço que anda ,matérias primas inflacionadissimas,e para fechares o boquet levas com um IVA trimestral na ordem dos 4000€...nem para um Ferrari da matchbox tens €€. Não sei que restaurantes andas a frequePorque o retorno que o Estado Português terá é o encerramento de muitos estabelecimentos, o que resultará na diminuição de receita fiscal, e ainda trará ao Estado maior despesa, como o caso de subsídios de desemprego dos trabalhadores, menores contribuições para a Segurança social, etc. No fundo, trará maiores problemas à nossa economia.

Por isso concluo com um pedido: Senhores do Governo responsáveis por esta matéria, acentuem o diálogo com os empresários e reformulem a medida, para bem dos portugueses e de Portugal.

Todos devem apresentar faturas e declarar os serviços que prestam, mas o Estado deveria ser mais flexível e sensível quanto à asfixia que tem feito a todas as empresas do país, principalmente às micro e pequenas e médias empresas (de todos os sectores da economia, para além da restauração), que tantas dificuldades têm tido para cumprirem as suas obrigações e se manterem em funcionamento, para que a economia portuguesa sobreviva perante a situação em que o país se encontra!

Um abraço amigo,

Ricardo Venâncio.