Regresso da JSD ao Bombarral
O regresso da JSD ao Bombarral é para nós um enorme desafio que acarreta muita responsabilidade, mas é com ambição que o aceitamos, pois queremos desenvolver o debate político e a participação entre os jovens do Bombarral. Viva a Juventude!
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
I Congresso de Autarcas do PSD do distrito de Leiria
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
III Congresso Distrital da JSD Distrital de Leiria
A JSD do Bombarral marcou presença no passado dia 30 de Janeiro no III Congresso Distrital da JSD Distrital de Leiria, em Alcobaça, onde foi apresentado em linha gerais o novo programa para a distrital pelo seu novo líder Renato Guardado eleito nesse mesmo dia que sucedeu a Margarida Balseiro Lopes, designado por Leiria 360, que contou com o apoio da JSD do Bombarral.
É
de salientar deste programa a preocupação com o fortalecimento da estrutura da JSD,
em especial das concelhias, capacitando as estruturas locais da JSD para uma
intervenção mais eficaz junto dos jovens, militantes e não militantes e dos
seus concelhos, dotando as concelhias da JSD de meios e competências para que
possam, individualmente, dar resposta às necessidades dos seus jovens e,
conjuntamente, representá-los junto da estrutura distrital por forma a
consertar posições e definir respostas às diferentes necessidades que existem
no nosso distrito, promovendo o desenvolvimento local com iniciativas que visem
a promoção e atratividade das diversas concelhias, visando mostrar o elevado
potencial que existe no distrito de Leiria e tornar o mesmo mais atrativo para
os jovens.
Um
dos outros temas a que a candidatura se propõe discutir é a rede de Ensino
Superior, dentro da qual é incontornável a discussão da estratégia de futuro do
Instituto Politécnico de Leiria, numa perspetiva de defesa do superior
interesse da instituição e do seu papel na Região.
Destacamos
que a JSD está representada nesta nova comissão política da JSD Distrital de
Leiria, sendo Ricardo Oliveira Venâncio, atual Presidente da JSD do Bombarral,
um dos Vice-Presidente da distrital, Manuel Carvalho, vogal suplente da
Comissão Política e Frederico Roldão Suplente da Mesa do Plenário.
Adriana Cruz
Juventude Social Democrata do Bombarral
domingo, 29 de novembro de 2015
O papel do desporto e das coletividades no nosso concelho
No passado dia 10 de outubro, na
sede do Sport Clube Escolar Bombarralense, celebrou-se o centésimo quarto
aniversário daquele que é o clube mais antigo da Associação de Futebol de
Leiria.
Em mais de cem anos de história,
o S.C.E.B. atravessou momentos de prosperidade mas também momentos de enormes
dificuldades. Nos últimos anos, podemos apontar alguns fatores que estiveram na
origem e o conduziram à situação difícil em que vive atualmente. Desde logo, a
diminuição dos apoios financeiros da autarquia, a
degradação da realidade socioeconómica da nossa região – à semelhança do que
acontece pelo país fora –, que culmina na diminuição das doações das pessoas e
empresas ao clube; direções que tomaram opções de gestão que se revelaram
negativas financeiramente, e o distanciamento dos jovens ao clube.
Fazendo uma analogia com um ciclo
económico, o Bombarralense, depois de passar por sérias dificuldades de gestão,
de financiamento e de rumo, tem conseguido alavancar-se devido ao trabalho
desenvolvido por esta direção, contando com o apoio de alguns voluntários que
tudo têm feito para mudar o estado das coisas.
Contudo, o clube tem necessidades
para além do trabalho que é desenvolvido pelas pessoas amigas do clube. Para um
correto funcionamento e desenvolvimento do clube, são precisas pessoas para
dirigir e ajudar o clube na realização das suas atividades, mas também atletas
e financiamento. É por isso fundamental que os bombarralenses tenham noção da
função social que o S.C.E.B. presta ao concelho, formando atletas mas,
sobretudo, homens e mulheres, através do ensinamento do respeito pelas regras, do
respeito pelos adversários e colegas, do companheirismo, do sacrifício, da luta
e empenho por um objetivo comum, a amizade. No fundo, prepara os nossos jovens para
viverem em sociedade.
Como se não bastasse a diminuição
gradual do apoio financeiro ao Bombarralense, foram no nosso entendimento
tomadas medidas políticas prejudiciais no que diz respeito ao futebol no
município, nomeadamente a construção do estádio municipal no local onde se
encontra, afastando os jovens da prática do futebol, ao contrário do que
deveria acontecer. Como é sabido, muitos são os pais que, por falta de tempo ou
de meios, não transportam os seus filhos para os treinos. Assim, cumpre ao
clube fazê-lo. Acontece, porém, que o clube não tem tido capacidade logística
nem financeira para transportar diariamente dezenas de jovens de diversos
pontos do concelho para o estádio e depois do estádio para o concelho. Neste
sentido, e na nossa opinião a autarquia poderia ter aqui um papel fundamental
de apoio.
Por outro lado, as condições
climatéricas que emanam no novo estádio municipal são constantemente adversas à
boa prática desportiva.
Outra consequência desta decisão
aconteceu ao nível do número de espetadores que passou a assistir aos jogos do
clube. Quem não se lembra do antigo “San
Siro”, onde os árbitros auxiliares tinham que entrar em campo para fugir
aos chapéus-de-chuva dos adeptos presentes na linha lateral? Com bancadas
cheias dos jogos de iniciados até aos séniores? Boas recordações essas, as do
campo de jogos, no centro da vila, repleto de adeptos. Por vezes viam-se 3
gerações unidas em torno do clube, enfim, era a festa do futebol.
Depois de haver a transferência
do palco dos jogos para o campo do Casal do Urmal, o clube passou por uma fase
em que, tal como os portugueses, viveu acima das condições que lhe eram
permitidas. Desde salários a prémios de jogo muito acima das possibilidades do
clube, o Bombarralense rapidamente acordou do sonho em que estava a viver.
Fruto das dificuldades de
tesouraria que atravessa a autarquia, o clube tem sofrido muito com a redução
significativa da verba destinada a ajudar o clube na prossecução da sua missão
social. Mas temos a responsabilidade de questionar: será o desporto uma despesa
ou um investimento? Acredito que o corte de apoios em associações e
coletividades como o Bombarralense têm um efeito negativo no desenvolvimento
dos nossos jovens e na transmissão dos valores e cultura bombarralenses, que
tão importantes são para que mais tarde estas pessoas tenham vontade de lutar
pela sobrevivência destas associações e queiram viver no concelho. No limite,
desvalorizar instituições como o Bombarralense é colocar em crise a identidade
do concelho.
Nos últimos anos constato que
alguns jovens bombarralenses em idade escolar com ambições desportivas preferem
jogar nas Caldas da Rainha ou em Torres Vedras, atraídos pela projeção que os
clubes destas cidades lhes podem oferecer. É por isto que reforço esta ideia, não
só o SCEB perde atletas, como a escola perde alunos, como perde a economia do
concelho clientes (pois os pais optam por aproveitar as deslocações para fazer
compras nessas cidades), ou seja, o desporto tem um papel fundamental do
desenvolvimento e consolidação social dos nossos concidadãos e deve ser uma
prioridade incentivada e apoiada pelo poder politico.
O Bombarralense deve ter um papel
preponderante na formação dos nossos jovens enquanto agentes sociais. Por isso,
e uma vez que temos assistido a péssimos resultados na gestão de equipas sénior
num passado não muito longínquo, desafio os futuros dirigentes, a que sem descurarem
o objetivo de criarem equipas competitivas, não se deixarem levar pelo protagonismo
que a construção de uma equipa sénior de estrelas lhes possa trazer, porque
hoje observamos em primeira mão os custos que advirão para as gerações futuras.
Termino com um desejo, que é o de
rentabilizar o estádio municipal e promover o desenvolvimento e progresso no
nosso concelho (que tem uns acessos privilegiados), utilizando o tão falado
Parque Temático que se encontrará no mesmo espaço
físico que o estádio
municipal atual, dando a este uma utilidade e versatilidade diferente da que
hoje existe e que ao mesmo tempo que possa existir a possibilidade de se fazer
um campo municipal no centro da vila para que se volte a “casar” as pessoas com
o clube, este com a Vila, e por fim, esta com a Juventude e assim encontrar uma
solução para um crescimento económico e social sustentável do concelho.
Juventude Social Democrata do
Bombarral
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
JSD promove campanha de apoio a refugiados “Somos todos humanos”
Uma juventude partidária
consciente do seu papel na sociedade não pode estar alheada da atual crise de
refugiados. Os jovens são intrinsecamente solidários, razão pela qual na Juventude
Social Democrata estão bem vivos valores como a generosidade, o humanismo e o
altruísmo.
A JSD tem mais de 40 anos de
experiência em causas solidárias, nomeadamente em situações de crise
humanitária. Honrando essa tradição, lançamos a campanha nacional “Somos todos
Humanos”, visando o apoio a refugiados e a instituições de acolhimento.
No concelho do Bombarral a campanha
teve lugar no dia 7 de novembro e consistiu na recolha de roupas e alimentos
não perecíveis que depois serão distribuídos por instituições portuguesas que
acolherão refugiados. Uma parte dos bens angariados será entregue também no Centro
de Acolhimento de Refugiados da Croácia, onde todos os dias chegam milhares de
pessoas.
No Bombarral esta recolha
foi da responsabilidade da Juventude Social Democrata do Bombarral que recebeu
os bens doados na sua Sede, na Rua Manuel de Lima Souto, n.º 10, R/C, 2540-117
Bombarral.
O sucesso desta campanha não
teria sido possível sem a boa vontade das pessoas, e o voluntarismo dos
militantes da JSD que, no terreno, trabalharam na promoção da iniciativa, na
logística e no processo de angariação e armazenamento de roupa e bens
alimentares.
Em nome da JSD do Bombarral
partilho com a comunidade bombarralense que o balanço que fazemos desta
iniciativa é positivo. Contudo, por sermos exigentes e perfecionistas
acreditamos que é possível fazer mais.
Aproxima-se a época
solidária por excelência, o Natal, e é nosso propósito promover outras ações de
cariz social em prol dos jovens do nosso concelho.
Estamos certos que
conseguimos, com esta campanha, mobilizar ainda mais os jovens e os bombarralenses
em geral para um problema que é de todos, porque somos todos humanos.
Presidente da JSD do
Bombarral
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Campanha Solidária
Uma juventude partidária
consciente do seu papel na sociedade não pode estar alheada da atual crise de
refugiados. Os jovens são intrinsecamente solidários, razão pela qual na
Juventude Social Democrata estão bem vivos valores como a generosidade, o
humanismo e o altruísmo.
A JSD tem mais de 40 anos de
experiência em causas solidárias, nomeadamente em situações de crise
humanitária. Honrando essa tradição, lançamos a campanha nacional “Somos todos
Humanos”, visando o apoio a refugiados e a instituições de acolhimento.
No concelho do Bombarral a
campanha tem lugar no dia 7 de Novembro e consiste na recolha de
roupas e alimentos não perecíveis que depois serão distribuídos por
instituições portuguesas que acolherão refugiados. Uma parte dos bens
angariados será entregue também no Centro de Acolhimento de Refugiados da
Croácia, onde todos os dias chegam milhares de pessoas.
Esta recolha é da
responsabilidade da JSD Bombarral que receberá os bens doados na sua Sede,
na Rua Manuel de Lima Souto, n.º 10, R/C, 2540-117 Bombarral, entre as 15h e as
17h.
Estamos certos de conseguir,
com esta campanha, mobilizar ainda mais os jovens e os portugueses em geral
para um problema que é de todos, porque somos todos humanos.
Ricardo Oliveira Venâncio,
Presidente da JSD do
Bombarral
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Carta Aberta a Mário Soares
Carta Aberta a Mário Soares
Ex.mo Presidente da República emérito e Pai
da democracia ad eternum, Mário Soares,
Uma vez que é apologista da comunicação por
carta aberta, enviamos a V. Ex. esta correspondência.
Um dos princípios pelos quais a JSD se vem
batendo tem sido a solidariedade intergeracional. Ficamos contentes quando
constatamos que, ao invés de infelizes empresas que discriminam contra a
empregabilidade sénior, a comunicação social portuguesa mantém os seus palcos de
escrita inalterados há décadas.
Como juventude partidária no terreno contactamos
diariamente com a realidade da juventude e do seu crescente desagrado com o
aparelho político. Dizem: "são todos iguais" e apontam para o estado económico
como prova de um desgoverno colectivo passado. Aos falsos profetas que apelam a
cenários alternativos catastróficos mas recusam aceitar a sua quota de
responsabilidade, gostaríamos de relembrar as palavras do passado, nomeadamente
do V. Programa do IX Governo Constitucional liderado por V.Exa.: "A crise é
de tal modo grave que o combate a travar é de todos. (...) A crise
traduz-se nisto: vivermos acima das nossas possibilidades, consumindo muito mais
que produzimos. (...) É talvez tentador recusar cooperação a um governo
que se não apoie. Mas não é disso que se trata. Se é lícito discordar e até
democraticamente combater um Governo a que somos adversos, não é licita a recusa
em apoiar um combate que está para lá das ideologias e dos partidos, porque se
insere na defesa da democracia, da liberdade e da justiça social, que são
património comum de todos os verdadeiros patriotas. Trata-se, em suma, de
defender o País e o regime".
E como consideramos que demagogia se combate com
demagogia deixamos-lhe um conselho e um desafio: citando o seu amigo Rei de
Espanha no pedido ao seu bom aluno Hugo Chavez, perguntamos mas agora em
português "Porque não te calas?"; e deixamos-lhe o desafio de começar por dar o
exemplo e abdicar de todos os apoios públicos e isenções fiscais à sua fundação,
escusamo-nos de o fazer em relação à sua reforma e às restantes mordomias a que
tem legítimo direito como ex Presidente da República.
Acreditamos que alguém tão experiente,
daria uma melhor contributo ao país fazendo propostas concretas para cortar na
despesa do Estado.
Ajude-nos a demonstrar que nem todos os
políticos se regem pela demagogia barata. A democracia portuguesa assim o
exige.
Atenciosamente,
A Juventude Social Democrata
quinta-feira, 19 de julho de 2012
"As faturas na Restauração - solução ou perversão?"
Consigo entender, pelo menos na teoria, aquilo que
o Governo pretende e a ideia é boa, mas, como está, será impraticável e trará
consequências nefastas para o nosso país. E será assim porque as pessoas que
trabalham estas matérias certamente não convivem com o mercado, não conhecem a realidade
destes estabelecimentos, a asfixia com que vivem para os manterem abertos, como
se percebeu pela entrevista dada pelo Secretário de Estado dos Assuntos
Fiscais hoje no Jornal da Tarde da RTP1, ou por publicações em redes sociais por membros do Governo da República, como esta: “Tsc Tsc pá, lá vêm aqueles políticos pá, a
fiscalizarem as nossas contas pá, para pagarmos os impostos que devíamos pá,
isto cada vez está mais difícil pá! Tenho que limpar as contas pá, esconder o
ferrari pá, comprar umas roupas aos sem abrigo pá, para receber os fiscais pá,
para não dar nas vistas pá, assim talvez não me apanhem pá!!!!”
Permitam-me uma
nota, devido à ousadia deste print, para dizer que entendo que o exemplo deve vir "de cima", ou seja, a fiscalização deveria começar por ser feita precisamente aos políticos,
às suas declarações de rendimentos, ao seu património, à forma como as suas
riquezas surgem, aos seus “ferraris”.
Mas eu entendo estas preocupações, pois alguns destes Doutores (membros do governo,
Deputados, etc) auferem salários líquidos acima dos € 2000 (dois mil euros) fora outros apoios, sem
assumirem responsabilidade por políticas desastrosas que todos os dias
acontecem em Portugal, fazendo fortunas, às vezes de forma “pouco clara” aos
olhos dos cidadãos, gozando de impunidade, por isso compreendo que muitos
deles ignorem a realidade do nosso país, das nossas empresas e dos nossos
cidadãos! É verdade que existem outros tantos que "levam por tabela", mas de forma injusta, porque são sérios e trabalham em prol do desenvolvimento do país, por isso a carapuça servirá apenas a alguns...
Voltando à situação
que nos urge apreciar, na prática, o que irá acontecer com a execução deste
novo imperativo fiscal não é o aumento das receitas fiscais pelo Estado, mas
sim possíveis cenários como:
- Aumento dos
preços pelos proprietários dos estabelecimentos;
- Diminuição de
despesas com o pessoal;
- Encerramento de
actividades e dissolução das empresas.
E porquê? Porque
desde logo, muitos pequenos estabelecimentos (o grosso em Portugal), com a
actual situação chegam ao final do ano civil e fiscal sem realizarem lucro, ou
então com margens muito estreitas, estando a contribuir para o funcionamento da
economia, gerando emprego, e tendo o seu nome à frente de todas estas
responsabilidades. Mas caso o negócio corra mal, são os únicos que não têm
direito a subsídio de desemprego. É justo? Não, de todo!
Desafio por isso o
Governo a legislar no sentido da atribuição de subsídio de Desemprego aos
gerentes dos negócios, em caso de insolvência fortuita. Isso sim seria uma
atitude pró-ativa para o desempenho dos mesmos, e para apoiar o desenvolvimento
da economia.
E desafio o Governo a rever esta
situação das faturas, porque, e lendo um comentário de um proprietário de um
estabelecimento do género, em resposta ao Membro do Governo que publicou na rede social facebook, acima transcrito: “Então mano Pah..se chegasses ao fim do dia com uma caixa de 200€ Pah
tivesses contas para pagar sendo que EDP pagas no mínimo 500€ mes Pah
,funcionários, rendas, taxas as câmaras , higiene e seguranças alimentares,
Seg.social, IRS, IRC, combustível ao preço que anda, matérias primas
inflacionadíssimas, e para fechares o boquet levas com um IVA trimestral na
ordem dos 4000€..nem para um Ferrari, da matchbox tens dinheiro. Não sei que
restaurentes andas a frenquentar pá!”, os proprietários encontrarão maiores dificuldades em manter as suas instalações e empresas em funcionamento.ível ao preço que anda ,matérias
primas inflacionadissimas,e para fechares o boquet levas com um IVA trimestral
na ordem dos 4000€...nem para um Ferrari da matchbox tens €€. Não sei que restaurantes
andas a fr
§ ível ao preço
que anda ,matérias primas inflacionadissimas,e para fechares o boquet levas com
um IVA trimestral na ordem dos 4000€...nem para um Ferrari da matchbox tens €€.
Não sei que restaurantes andas a frequePorque o retorno que o Estado Português terá é o encerramento de muitos
estabelecimentos, o que resultará na diminuição de receita fiscal, e ainda
trará ao Estado maior despesa, como o caso de subsídios de desemprego dos trabalhadores, menores contribuições para a Segurança social,
etc. No fundo, trará maiores problemas à nossa economia.
Por isso concluo
com um pedido: Senhores do Governo responsáveis por esta matéria, acentuem o diálogo com os empresários e reformulem a medida, para bem dos portugueses e de Portugal.
Todos devem
apresentar faturas e declarar os serviços que prestam, mas o Estado deveria ser
mais flexível e sensível quanto à asfixia que tem feito a todas as empresas do
país, principalmente às micro e pequenas e médias empresas (de todos os sectores da economia, para além da restauração), que tantas
dificuldades têm tido para cumprirem as suas obrigações e se manterem em funcionamento, para que a economia portuguesa sobreviva perante a situação em que o país se encontra!
Um abraço amigo,
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