Regresso da JSD ao Bombarral

O regresso da JSD ao Bombarral é para nós um enorme desafio que acarreta muita responsabilidade, mas é com ambição que o aceitamos, pois queremos desenvolver o debate político e a participação entre os jovens do Bombarral. Viva a Juventude!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

" O Tempo dos Líderes" e "Era uma vez o PPD" dia 30 de Abril, no Bombarral - uma iniciativa da JSD Bombarral.



A JSD Bombarral congratula-se por apresentar aos cidadãos Bombarralenses uma exposição acerca da origem e evolução da JSD e do PPD/PSD ao longo de todo o período democrático, passando pelo percurso dos seus diversos líderes, os seus programas e de que maneira estes contribuíram para o desenvolvimento do país.

A sessão tem hora marcada para as 15h30, com "O Tempo dos Líderes", que conta com a participação de Paulo Colaço,  assessor dos vereadores da Câmara Municipal de Rio Maior. De seguida, apresentaremos "Era uma vez o PPD", com Diogo Agostinho, administrador do blog Psicolaranja e director do gabinete de estudos da JSD Regional de Lisboa, e com o Dr. Feliciano Barreiras Duarte, consultor jurídico, professor Universitário e actual chefe de gabinete do Presidente do PSD, Dr. Pedro Passos Coelho.

Hoje, mais do que nunca, devido à crise internacional, mas acima de tudo, devido à actual situação política em Portugal, que assenta num descrédito cada vez maior da população nas Instituições Políticas e nos Partidos Políticos, existe a necessidade de mudar. Mudar as pessoas, mudar as estratégias e as formas de actuação política, mas acima de tudo, mudar mentalidades e a forma de fazer política.

Hoje, mais do que nunca, os Portugueses precisam de uma política de proximidade, em que os representantes políticos contactem directamente com os eleitores, que os oiçam e juntos possam encontrar forma de resolver os problemas, assimetrias e encontrar um rumo, o rumo que o país precisa, e que tem que começar a ser criado a partir dos concelhos.

Consideramos ser importante mostrar aos cidadãos do Bombarral, aos mais novos e aos adultos, aquilo que são as orientações políticas em que assentam a JSD e o PSD, e quais as suas bandeiras de Governação para Portugal.

Para nós, é essencial sermos ouvidos, mas é ainda mais essencial ouvirmos, e por isso continuamos a assumir o compromisso que assumimos quando fomos eleitos, o de sermos o elo de ligação da população com a Autarquia.

Por isso, fazemos o convite a todos os companheiros, militantes e não militantes da JSD e do PSD, mas também a todos os cidadãos simpatizantes de outras cores partidárias e aos que não perfilham de nenhuma ideologia política em concreto, para que compareçam e participem.

Hoje, mais do que nunca, o país precisa de mais gente a interessar-se e a participar na política, local e nacional.


Vamos ser pioneiros, e mostrar ao país que o Bombarral pode ser um exemplo a seguir!



Com os Maiores Cumprimentos,


JSD Bombarral.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

“Parva que sou” dos Deolinda - Um Despertar de Consciências, sem dúvida!

Deolinda - Parva que sou

Sou da geração sem remuneração
e não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!
Porque isto está mal e vai continuar,
já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘casinha dos pais’,
se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou
Filhos, maridos, estou sempre a adiar
e ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘vou queixar-me pra quê?’
Há alguém bem pior do que eu na TV.
Que parva que eu sou!
Sou da geração ‘eu já não posso mais!’
que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar
.

"Após os concertos realizados pelos Deolinda nos Coliseus do Porto e de Lisboa em que foi apresentada uma nova canção – “Parva que sou” – que aborda um tema que é muito actual, o Grupo Musical não conseguiu ficar indiferente às reacções do público, e disse mesmo “Após os concertos, ao ver que o tema “Parva que sou” continua a ganhar vida através das redes sociais e dos meios de comunicação, não podemos deixar de demonstrar o nosso agrado em perceber que uma canção está a suscitar debate e diálogo em volta de um assunto actual e que julgamos da maior pertinência.” Confesso que não é um Grupo Musical que particularmente me agrade. Projecta-se, nele, um certo ideário contestatário. No entanto, aquela letra da canção “Parva que sou” tem, no seu ideário social, todas as condições para se tornar uma espécie de bandeira colectiva de um grupo cada vez maior de Jovens que não sabem realmente quem são porque simplesmente não lhes dão oportunidade para ser.
Esta música é, de facto, uma música de crítica social, de protesto, de intervenção: o que lhe queiram chamar. A letra desta música é forte e não deixa ninguém indiferente. E neste sentido tenho de dar os parabéns aos Deolinda, não por ajudarem directamente os jovens que se identificam com a “ Geração nem nem” – nem têm presente, nem têm perspectivas de futuro, (na minha opinião a melhor definição) – mas por ajudarem estes a sair da inércia em que a maioria se encontra. E o que importa nesta fase inicial, é que os obrigue a Pensar, a Pensar que devem ser os Jovens os primeiros a denunciar o que está mal, para que sejam alteradas determinadas políticas e definidos novos rumos.
Com isto está dado o “pontapé de saída” para algo ser feito. É preciso que os Jovens participem mais, porque na minha opinião, não é a falta de interesse que não os move, mas sim quem anda no terreno, como eu e os meus companheiros da Direcção da JSD Bombarral, e tantos outros jovens pelo país fora, das mais variadas cores políticas ou mesmo apartidários, sente a dada altura que é muito difícil alterar seja o que for, porque o sistema está algo corrompido, mas ainda assim considero ser possível mudar alguma coisa. Mas ser Jovem é ser detentor de Sonhos, de Expectativas, de Ambição e de Exuberância, logo, nós Jovens temos de ser persistentes e não desistirmos à primeira dificuldade até porque para além de termos sonhos, também somos o sonho deste país, até porque para além das nossas expectativas também existem as expectativas de um Portugal melhor à nossa responsabilidade.
Depois há outra coisa que tem de ser denunciada, e que os Jovens têm que perceber de uma vez por todas, que é a seguinte: em tempo de crise, é nos Jovens que o País espera encontrar novas alternativas, e não podem os Jovens queixar-se, e na altura de exercerem o seu direito de voto, não aparecerem. Se vivemos em democracia, então temos de votar, ou em alguém ou em branco. Agora, se não vamos às urnas, então é melhor repensar o sistema político actual, se será melhor ter de novo um sistema político ditatorial do que representativo.
Não concordo quando se diz que o “Português” aceita tudo o que lhe fazem, seja com o aumento de impostos, diminuição de salários, redução de benefícios fiscais…basta ligar a Televisão e assistir a manifestações, ou mesmo a nível local: a título de exemplo, muito recentemente, quando da notícia da diminuição do horário de funcionamento do Centro de Saúde do Bombarral, a população aderiu em peso a uma iniciativa organizada pela Comissão de Utentes, para contestar o que poderá acontecer. Eu estive com a população, e percebi que nos momentos de crise, os cidadãos juntam-se e conseguem ultrapassar todas as dificuldades, por isso não aceito a ideia que têm do Português, o Conformado!
Considero ser esta a altura, embora de alguma instabilidade política, e no seguimento do corte das despesas por parte do Estado Português, a altura ideal para se preparar uma reforma na forma como se elege os Deputados à Assembleia da República, nomeadamente, através da criação de Ciclos Uninominais (à muito pensado para Portugal), bem como a altura de reduzir o número de Deputados na Assembleia da República para o número mínimo previsto na Lei da Assembleia da República. O país conseguirá melhores resultados com menos mas melhores deputados.
Se o Povo Português (e dirigindo-me novamente para os Jovens, onde me insiro) quer ter o poder de decisão, a faculdade de decidir o que quer para as suas vidas, então tem de o usar no dia-a-dia em vez de se limitar a contestar aqueles que o usam de forma menos própria porque preguiçosamente deixa que quem exerce o poder político, governe a vida de cada um, sem que o povo peça contas da sua actuação. É verdade que é para isso que existem os Partidos da Oposição, mas então é preciso criar um diálogo com os cidadãos, deixando de lado interesses exclusivamente partidários e, ao invés, olhar principalmente para o seio do Povo. Por isso também considero que deve ser pensada uma forma de ser controlada a actuação de quem exerce funções políticas, não só em termos de responsabilidade política, mas também em termos de responsabilidade civil, para que quem Governa mal e com resultados desastrosos, possa responder perante os cidadãos e perante o sistema Judicial.
Os governantes têm que governar em nome do povo e não em benefício próprio, e de alguns. Por isso, considero que é preciso com urgência uma Revolução, mas uma Revolução de mentalidades, pois HOJE está na altura de deixarmos de ser egoístas, e pensarmos também nos outros, e no Futuro. Mas também é preciso que, quem Governa crie condições para que os seus representados se possam manifestar e apresentar propostas e soluções para o que considerem estar mal, e que os cidadãos aproveitem para participar. Porque acredito que hoje é fundamental existir um maior contacto entre quem é eleito e quem elege.
Por isso deixo aqui uma mensagem, não tanto enquanto presidente de uma Juventude Partidária, (porque pertencer a uma Juventude Partidária não significa que se acate tudo o que nos impõem – eu não o faço e lamento quem o faz -, pois devemos pertencer a algo com que nos identifiquemos, através dos ideais em que assenta, e não na expectativa de receber contrapartidas), mas enquanto Jovem, com o orgulho de ser Bombarralense, e com o patriotismo de ser Português, virada para aos Jovens Portugueses, principalmente aos do Bombarral, para que não continuem sentados à espera que quem Governe, seja a nível local seja a nível nacional construa o nosso futuro sem nos ouvirem ou prestarem contas, porque temos de ser todos nós a construir o nosso próprio futuro. É verdade que talvez nos falte a coragem para arriscar, mas temos de ter consciência que temos de ter a força e a vontade de possuir as vitórias que são nossas. É verdade que por vezes o poder corrói quem dele se reveste, mas sempre assim foi e será sempre assim, e cabe-nos a nós, individualmente, fazer a diferença na nossa casa, no nosso bairro, na nossa escola, no nosso local de trabalho, na nossa aldeia, vila ou cidade para que quem lidere não seja corrompido! Temos de começar a transformar o nosso mundo, a nossa vida. As mudanças não aparecem do nada, começam no coração daquele que decide: EU VOU CONSEGUIR!
Mentiria se dissesse que não me preocupo com o meu futuro e dos meus, mas digo isto hoje também para mim, para que não perca a coragem que me moveu sempre até hoje, em todos os meios e batalhas onde me inseri, para fazer melhor, para marcar a diferença, para defender o que acredito ser bom e útil, até que me demonstrem que não tenho razão, para contribuir para algo melhor onde nos possamos sentir bem, viver melhor e orgulharmo-nos porque participámos na construção de algum bom! Eu não nasci para ser infeliz, derrotado ou desprezado, e acredito que vocês também não! Sei e tenho plena consciência que é bem mais fácil falar do que concretizar, mas será que estamos bem? Será que é isto que queremos para as nossas vidas e para o nosso futuro?
Peço-vos, estudantes, não deixem de estudar, e aproveitem os conhecimentos técnicos e da vida que têm para os pôr em prática, para juntos levantarmos o nosso Concelho, e o nosso País. Se decidirem deixar de estudar, aprendam uma profissão, mas sejam responsáveis, e não contribuam para a estatística de jovens que nem estuda nem trabalha, que leva anos na escola pública, à custa dos contribuintes, a passear os livros…tenham respeito por quem paga os seus impostos para que vocês possam estudar de forma gratuita. Todos Juntos, podemos fazer a diferença! Não hibernem, senão um dia os nossos filhos vão ter vergonha de nós, como já têm os que hoje nascem e já trazem na certidão de nascimento uma factura para pagar de 13 000 Euros, pelas más políticas de quem Governou nos últimos anos! Amigos, não nos conformemos com pouco, lutemos por algo, não direi maior, mas melhor…temos capacidade para isso, falta apenas um pouco de vontade e coragem."
in Jornal "Notícias do Bombarral", edição de 24 de Fevereiro de 2011.

Redigi este artigo com o objectivo de despertar a Juventude para o grave problema que vivemos no presente, e que se agravará no futuro se nada for feito. Dia 12 de Março, estarei na Av. da Liberdade, em Lisboa, para me juntar à manifestação da chamada "Geração à rasca", não enquanto dirigente partidário, mas enquanto cidadão Jovem.  Espero que esta manifestação seja, acima de tudo, ordeira, porque o que se pretende, pelo menos no meu ponto de vista, é que se passe para o poder político a seguinte mensagem: os Jovens estão atentos às opções políticas, e descontentes com a actual situação.
Participem!

Forte Abraço

Ricardo Venâncio - Presidente da Comissão Política de Secção da JSD Bombarral.


sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

O que é preciso fazer para alterar o panorama Económico-Social de Portugal?


Ao dia 17 de Fevereiro de 2011, no programa da RTP1 - "Grande Entrevista", o Presidente do Partido Social Democrata, Dr. Pedro Passos Coelho respondeu ao longo de cerca de 40 minutos a perguntas feitas pela Jornalista Judite Sousa, onde esclareceu que o PSD irá abster-se à Moção de Censura que será apresentada pelo Bloco de Esquerda em Março de 2011.


Referiu Pedro Passos Coelho que o PSD viabilizou através da abstenção o Orçamento de Estado para 2011 de forma a que Portugal pudesse recuperar através da Governação do Partido Socialista, reduzir o défice e iniciar um conjunto de propostas estruturais para alterar o panorama nacional.

Alertou o Presidente do PSD que, num cenário como o actual, em que a despesa está a ir longe de mais, é preciso reduzi-la, mas, quanto mais tarde se faz esse trabalho, pior serão os instrumentos a utilizar para que se consiga resultados efectivos.

Denunciou que o Estado apenas irá conseguir  pagar os juros da dívida devido ao aumento de receitas provenientes do aumento da carga fiscal para o ano económico de 2011, o que é, para o Líder do PSD, insustentável quer para os contribuintes, quer para o país.

Aquando da Pergunta da Jornalista Judite Sousa: "O que é preciso fazer?", respondeu Pedro Passos Coelho que "O que é preciso fazer é permitir que o pouco crédito disponível que a banca tem possa chegar às empresas, porque são as empresas privadas e as famílias que criam riqueza, pois o Estado não cria riqueza. O Estado ajuda a que seja criada riqueza. Depois o Estado recebe a riqueza produzida e distribui a mesma pelas pessoas.

Acrescentou ainda que, se as empresas continuam a fechar, irá resultar em:
- Mais desemprego;
- Mais subsídios de desemprego, logo mais despesa para o Estado;
- Menos receita de impostos como o IRS ou o IRC;
- Menos riqueza gerada;
- Menos economia.

Para evitar esta situação o que o Estado tem que fazer é canalizar capital ás empresas, pois na opinião do Líder Social-Democrata, estas têm bons negócios mas não têm acesso a liquidez.

Como uma das soluções para reduzir o despesismo do Estado, Pedro Passos Coelho propôs medidas de racionalidade para o sector empresarial do Estado, dando o exemplo da RTP, que gasta à volta de 300 Milhões de Euros anuais,e questiona que a RTP precise de esse montante para prestar uma boa informação e um bom serviço público. Pois enquanto o Estado gasta dinheiro assim, há empresas a fechar e pessoas a perder o emprego.


A JSD Bombarral revê-se nas declarações do Presidente do PSD, e aproveita para acrescentar que, não basta permitir o acesso à liquidez por parte das empresas para que sejam sustentáveis e possam viabilizar os seus negócios, mas também que sejam conferidas condições para que possam ser competitivas, quer em Portugal, quer no Estrangeiro, nomeadamente através de incentivos fiscais.

Acreditamos que é uma forma de "muscular" a economia portuguesa, e evitar que o desemprego continue a aumentar.

Apelamos uma vez mais para que seja feito um maior controlo ao despesismo do Estado, e aos Gastos Astronómicos e insustentáveis que o sector empresarial do Estado contínua a praticar, e possa em vez disso, utilizar esse capital para apoiar investimentos novos por parte dos privados!

Vamos acreditar que fazer melhor é possível!!

Cumprimentos,


JSD Bombarral


quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O que é ser da JSD?


Uma mensagem do ex-Presidente da JSD, Pedro Rodrigues, que esclarece algumas dúvidas sobre o que é ser da JSD.


Forte abraço amigos e companheiros,


JSD Bombarral.

sábado, 29 de janeiro de 2011

A JSD Bombarral está solidária com a denúncia e combate ás medidas discriminatórias do Governo contra a Liberdade de Ensino em Portugal


A Juventude Social Democrata denuncia as medidas discriminatórias do Ministério da Educação e exige a publicação de um estudo sobre a rede de escolas com contrato de associação pois ainda ontem, a Ministra da Educação, antecipou que "Não podemos continuar a financiar lucros e privilégios, como cavalos, campos de golfe ou piscinas nessas escolas.”

 A JSD acusa a Ministra Maria Isabel Girão de Melo Veiga Vilar, conhecida como ficcionista Isabel Alçada de viver ainda num tempo de ficção, que pelo seu passado todos compreenderão. Depois de visitar escolas por todo os país os únicos buracos que a JSD encontrou foram os “BURACOS NA EDUCAÇÃO, no ORÇAMENTO e na SAÚDE” não tendo encontrado nenhum campo de golf.

Posição da JSD sobre a Liberdade de Ensino
A liberdade de escolha na formação e qualificação deve ser um direito inalienável numa sociedade democrática justa. Da mesma forma, também a liberdade de ensinar, seja num serviço público ou privado, deve ser consagrada.

Em matéria de Educação, compete ao Estado: a regulação da rede; a contratualização dos objectivos de cada projecto-escola; o financiamento; a definição de conteúdos programáticos fundamentais na aprendizagem e, por fim, a garantia de um sistema nacional de avaliação que assegure a qualidade e a aquisição de competências por parte dos estudantes.

O Sistema de Ensino Português deve assentar num modelo que privilegie a liberdade de escolha, e por consequência, a autodeterminação personalista de cada indivíduo. Negar esses princípios é retroceder décadas na evolução de um sistema de ensino verdadeiramente livre e democrático.

Em 1980, o Governo de Francisco Sá Carneiro fez publicar o Decreto-Lei n.º 553/80 de 21 de Novembro, onde se pode ler no Preâmbulo o seguinte:

“As Leis n.ºs 9/79, de 19 de Março, e 65/79, de 4 de Outubro, reconhecem aos pais a prioridade na escolha do processo educativo e de ensino para os seus filhos, em conformidade com as suas convicções.
 Do mesmo passo, competem ao Estado a obrigação de assegurar a igualdade de oportunidades no exercício da livre escolha entre pluralidade de opções de vias educativas e de condições de ensino.
 Deu-se, assim, plena expressão aos preceitos constitucionais que consagram a liberdade de aprender e de ensinar (artigo 43.º) e o papel essencial da família no processo educativo dos filhos (artigo 67.º), na esteira dos princípios acolhidos na Lei n.º 7/77, de 1 de Fevereiro, sobre associações de pais e encarregados de educação.

O Programa do Governo expressa a inequívoca determinação de proceder à intransigente defesa e efectivação desses princípios, como parte integrante do modelo de sociedade pluralista e livre que se deseja consolidar em Portugal. Importa, agora, criar as condições que propiciem e potenciem o exercício concreto dos princípios programáticos definidos, dando cumprimento ao disposto no artigo 17.º da Lei n.º 9/79.

O Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo, constante do presente diploma, define um quadro regulamentar e orientador tão maleável, como convém à diversidade do universo em apreço, quanto preciso, como requerido pelo desiderato de justa e equitativa aplicação. Tem-se, sobretudo, em vista a criação de um conjunto coerente de normas que, sem a preocupação da exaustividade prescritiva, proporcionem estímulo e encorajamento à iniciativa particular e à desejável explicitação de projectos educativos próprios.

 Remete-se, em consequência, para legislação complementar toda a matéria susceptível de regulamentação especial, salvaguardando-se no presente Estatuto a consagração das linhas essenciais à liberdade e à responsabilidade de criação, gestão e orientação de estabelecimentos de ensino, bem como à efectivação da igualdade de oportunidades no acesso à educação.”

A recente decisão do Governo revela falta de palavra e cumprimento de compromisso para com as Escolas que leccionam ao abrigo de um protocolo com o Estado, em Regime de Contrato de Associação. A JSD denuncia esta forma de governar, que olha a iniciativa privada com desconfiança, reservando ao Estado um papel paternalista, de quem chama a si todas as decisões.

Sob o eterno pretexto da “crise” e ao invés de diminuir a despesa pública, o Governo Socialista demonstra a forma como vê a Educação em Portugal, atacando estabelecimentos de ensino de forma discriminatória, prejudicando o percurso escolar de milhares de crianças e jovens e colocando em causa o vínculo laboral e o emprego de milhares de professores.

O contrato de Associação com o Estado garante o acesso ao Ensino Privado, mesmo para os alunos carenciados. Tal é sobremaneira relevante, se nos lembrarmos que o Ensino Público não cobre a totalidade da rede nacional. Recorde-se que os alunos que frequentam as escolas em questão, uma vez que o Estado financia estas turmas, não pagam qualquer valor de propina, sendo em muitos casos alunos carenciados e que beneficiam de acção social escolar.

A JSD considera a diminuição do financiamento por turma em mais de €10 000/ano, face à Escola Pública, um verdadeiro atentado à Liberdade de Ensino em Portugal!

Ao comprometer a Escola Privada de acesso público, através do corte na ordem dos €3300/aluno/ano, para cursos dos ramos científico-humanísticos, o Governo Socialista remete para a iniciativa privada e social o peso do sacrifício.

A JSD exige que o Governo financie as Escolas ao abrigo de um contrato de associação, exactamente nos mesmos valores que financia uma escola pública na mesma região, acabando com a discriminação que estas escolas estão a sofrer, que é prova de um preconceito do Governo Socialista contra a iniciativa privada, contra a autonomia das escolas, e contra a Liberdade de Ensinar e Aprender, princípios constitucionais presentes no artigo 43.º da nossa Constituição que refere que "é garantida a liberdade de aprender e ensinar", que "o Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer directrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas", que "o ensino público não será confessional" e que "é garantido o direito de criação de escolas particulares e cooperativas".

A JSD considera que a Liberdade de Ensino: Liberdade de Aprender e Ensinar deve constituir um pilar fundamental na autodeterminação e valorização da pessoa humana como centro e objectivo fundamental da transmissão de conhecimento e aquisição de competências dos cidadãos em geral.

Desta forma, e embora não haja nenhuma escola no Bombarral nesta situação, a JSD Bombarral sente necessidade de também participar na denúncia desta acção do Governo, mostrando total compreensão e solidariedade para com as escolas Privadas que recebem participações públicas, e para com os seus alunos, professores, auxiliares e encarregados de educação!

Não baixem os braços! A educação é essencial, para todos!

Cumprimentos,

                                                                       JSD Bombarral

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

A JSD Bombarral relembra que “A Minha Rua”, existe e está à disposição dos munícipes do Bombarral


“A Minha Rua”, que permite aos cidadãos comunicar as mais variadas situações relativas a espaços públicos e sugerir melhorias directamente à Administração Local, é uma forma de aproximar os munícipes da Autarquia, nomeadamente da Câmara Municipal e das Juntas de Freguesia, de forma a que possam os Bombarralenses participar e contribuir para que possa ser dada a quem dirige a política do Concelho de forma mais coerente e breve o "alerta" para que a Autarquia se organize e possa reunir esforços para corresponder aos apelos e necessidades da população local.


"A MINHA RUA" permite a todos os cidadãos reportar as mais variadas situações relativas a espaços públicos, desde a iluminação, jardins, passando por veículos abandonados ou a recolha de electrodomésticos danificados. Com fotografia ou apenas em texto, todos os relatos são encaminhados para a autarquia seleccionada, que lhe dará conhecimento sobre o processo e eventual resolução do problema.

Para melhor indicar o local da ocorrência é possivel recorrer ao mapa disponível no formulário. Para o efeito selecciona-se primeiro o distrito, depois o município e, por fim, a freguesia. Depois, o munícipe clica sobre o mapa onde poderá indicar exactamente o local. Neste mapa pode também consultar outras ocorrências já reportadas.

Para saber quais as Autarquias que já aderiram, basta seleccionar o distrito e fazer a consulta dos municípios disponíveis.


A JSD Bombarral decidiu através deste post relembrar aos cidadãos do Bombarral a existência desta plataforma online, sita no http://www.portaldocidadao.pt/portal/aminharua, pois é uma das bandeiras do nosso mandato a aproximação dos cidadãos à Autarquia, para que possam participar de perto na política local, e que sintam uma resposta directa desta aos problemas que afectam os cidadãos do nosso concelho.


Por isso entendemos ser fundamental publicitar iniciativas como esta, e apelar de igual forma para a participação da população do Bombarral.


É verdade que quem é eleito tem a responsabilidade de dirigir com rigor, profissionalismo e transparência os destinos do concelho, mas quem elege tem também a responsabilidade de cooperar, ora alertando para os problemas, ora aplaudindo iniciativas que sinta serem úteis ao desenvolvimento do Bombarral.




Acreditem em vocês mesmos, e participem!



Com os maiores cumprimentos,
JSD Bombarral

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

A JSD Bombarral comunica publicamente a sua intenção de voto ao XXI Congresso Nacional da JSD!

JSD Bombarral
26 De Novembro de 2010



A JSD Bombarral será representada por dois delegados este Domingo ao Congresso Nacional que se realizará em Coimbra, e vimos através deste comunicado, e na tentativa de acabar de uma vez por todas com a ansiedade de algumas pessoas e a especulação a que temos sido alvo, assumir publicamente que atribuiremos um voto a cada Candidato, atendendo á nossa realidade interna e uma vez que os militantes da JSD Bombarral se manifestaram em unanimidade nesse sentido! Pretendemos com esta intenção de voto, não descredibilizar nenhum dos candidatos nem a mensagem que nos transmitiram, antes pelo contrário, daremos o nosso voto de confiança aos dois.
Apesar de ter havido quem nos disse que com esta intenção de voto não valeria a pena deslocarmo-nos a Coimbra para votar, iremos cumprir com o nosso dever pois enquanto estrutura da JSD e acima de tudo, enquanto seres humanos não poderemos deixar de o fazer, apesar de considerarmos ABSURDO cada delegado ter que pagar 35€ para votar mais despesas com deslocações, sem contar com apoio financeiro da JSD (não sei se foi oferecido apoio a alguns delegados do país, mas a nós não nos chegou qualquer apoio).  
Assim sendo, cabe-nos a nós, JSD Bombarral, desejar as maiores felicidades ao candidato que for eleito Presidente da JSD! Para mais, queremos deixar publicamente claro que estamos disponíveis para cooperar no cumprimento das linhas programáticas que cada um dos candidatos propõe para a JSD, pois é nosso dever enquanto Secção da JSD mediante as nossas capacidades e possibilidades, auxiliar a Direcção Nacional da JSD no desempenho das suas tarefas. A nossa cara será a oferta dos nossos serviços e do nosso trabalho para qualquer solicitação do candidato vencedor enquanto futuro presidente da JSD, bem como para qualquer actividade/iniciativa que o candidato vencido queira fazer juntamente connosco ao longo do nosso mandato.
O importante é que a JSD responda efectivamente aos problemas da Sociedade Juvenil, e para isso devemos todos dar as mãos, para que seja possível trazer para o terreno os ideais que caracterizam esta Juventude Partidária!
Finalmente fazemos o apelo para que, independentemente do resultado das votações no Domingo, a futura direcção nacional da JSD, todos os delegados, todas as distritais, todas as secções e todos os militantes da JSD possam reflectir sobre o que foi a JSD, o que é a JSD e o que cada um quer para a JSD, para que possamos caminhar no sentido da construção de uma estrutura partidária que seja reconhecida pelos jovens e pela sociedade nas ruas como prestadora de experiências, de conhecimentos e propostas claras, justas e coerentes para que nos possamos demarcar de todas as demais cores políticas, sempre com a irreverência que caracteriza a Juventude!
Não se esqueçam, independentemente de quem ganha, de quem se apoia, de quem discursa, no final, todos gritam: Viva a JSD! JSD! JSD!

Cumprimentos a todos os militantes,
com votos de felicidade para candidato Carlos Reis e para o candidato Duarte Marques!

JSD Bombarral.