Regresso da JSD ao Bombarral

O regresso da JSD ao Bombarral é para nós um enorme desafio que acarreta muita responsabilidade, mas é com ambição que o aceitamos, pois queremos desenvolver o debate político e a participação entre os jovens do Bombarral. Viva a Juventude!

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

JSD promove campanha de apoio a refugiados “Somos todos humanos”

Uma juventude partidária consciente do seu papel na sociedade não pode estar alheada da atual crise de refugiados. Os jovens são intrinsecamente solidários, razão pela qual na Juventude Social Democrata estão bem vivos valores como a generosidade, o humanismo e o altruísmo.

A JSD tem mais de 40 anos de experiência em causas solidárias, nomeadamente em situações de crise humanitária. Honrando essa tradição, lançamos a campanha nacional “Somos todos Humanos”, visando o apoio a refugiados e a instituições de acolhimento.

No concelho do Bombarral a campanha teve lugar no dia 7 de novembro e consistiu na recolha de roupas e alimentos não perecíveis que depois serão distribuídos por instituições portuguesas que acolherão refugiados. Uma parte dos bens angariados será entregue também no Centro de Acolhimento de Refugiados da Croácia, onde todos os dias chegam milhares de pessoas.

No Bombarral esta recolha foi da responsabilidade da Juventude Social Democrata do Bombarral que recebeu os bens doados na sua Sede, na Rua Manuel de Lima Souto, n.º 10, R/C, 2540-117 Bombarral.

O sucesso desta campanha não teria sido possível sem a boa vontade das pessoas, e o voluntarismo dos militantes da JSD que, no terreno, trabalharam na promoção da iniciativa, na logística e no processo de angariação e armazenamento de roupa e bens alimentares.

Em nome da JSD do Bombarral partilho com a comunidade bombarralense que o balanço que fazemos desta iniciativa é positivo. Contudo, por sermos exigentes e perfecionistas acreditamos que é possível fazer mais.

Aproxima-se a época solidária por excelência, o Natal, e é nosso propósito promover outras ações de cariz social em prol dos jovens do nosso concelho.

Estamos certos que conseguimos, com esta campanha, mobilizar ainda mais os jovens e os bombarralenses em geral para um problema que é de todos, porque somos todos humanos.


Ricardo Oliveira Venâncio

Presidente da JSD do Bombarral

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Campanha Solidária

Uma juventude partidária consciente do seu papel na sociedade não pode estar alheada da atual crise de refugiados. Os jovens são intrinsecamente solidários, razão pela qual na Juventude Social Democrata estão bem vivos valores como a generosidade, o humanismo e o altruísmo.

A JSD tem mais de 40 anos de experiência em causas solidárias, nomeadamente em situações de crise humanitária. Honrando essa tradição, lançamos a campanha nacional “Somos todos Humanos”, visando o apoio a refugiados e a instituições de acolhimento.

No concelho do Bombarral a campanha tem lugar no dia 7 de Novembro e consiste na recolha de roupas e alimentos não perecíveis que depois serão distribuídos por instituições portuguesas que acolherão refugiados. Uma parte dos bens angariados será entregue também no Centro de Acolhimento de Refugiados da Croácia, onde todos os dias chegam milhares de pessoas.

Esta recolha é da responsabilidade da JSD Bombarral que receberá os bens doados na sua Sede, na Rua Manuel de Lima Souto, n.º 10, R/C, 2540-117 Bombarral, entre as 15h e as 17h.

Estamos certos de conseguir, com esta campanha, mobilizar ainda mais os jovens e os portugueses em geral para um problema que é de todos, porque somos todos humanos.


Ricardo Oliveira Venâncio,

Presidente da JSD do Bombarral

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Carta Aberta a Mário Soares

Carta Aberta a Mário Soares


Ex.mo Presidente da República emérito e Pai da democracia ad eternum, Mário Soares,



Uma vez que é apologista da comunicação por carta aberta, enviamos a V. Ex. esta correspondência.

Um dos princípios pelos quais a JSD se vem batendo tem sido a solidariedade intergeracional. Ficamos contentes quando constatamos que, ao invés de infelizes empresas que discriminam contra a empregabilidade sénior, a comunicação social portuguesa mantém os seus palcos de escrita inalterados há décadas.

Como juventude partidária no terreno contactamos diariamente com a realidade da juventude e do seu crescente desagrado com o aparelho político. Dizem: "são todos iguais" e apontam para o estado económico como prova de um desgoverno colectivo passado. Aos falsos profetas que apelam a cenários alternativos catastróficos mas recusam aceitar a sua quota de responsabilidade, gostaríamos de relembrar as palavras do passado, nomeadamente do V. Programa do IX Governo Constitucional liderado por V.Exa.: "A crise é de tal modo grave que o combate a travar é de todos. (...) A crise traduz-se nisto: vivermos acima das nossas possibilidades, consumindo muito mais que produzimos. (...) É talvez tentador recusar cooperação a um governo que se não apoie. Mas não é disso que se trata. Se é lícito discordar e até democraticamente combater um Governo a que somos adversos, não é licita a recusa em apoiar um combate que está para lá das ideologias e dos partidos, porque se insere na defesa da democracia, da liberdade e da justiça social, que são património comum de todos os verdadeiros patriotas. Trata-se, em suma, de defender o País e o regime".

E como consideramos que demagogia se combate com demagogia deixamos-lhe um conselho e um desafio: citando o seu amigo Rei de Espanha no pedido ao seu bom aluno Hugo Chavez, perguntamos mas agora em português "Porque não te calas?"; e deixamos-lhe o desafio de começar por dar o exemplo e abdicar de todos os apoios públicos e isenções fiscais à sua fundação, escusamo-nos de o fazer em relação à sua reforma e às restantes mordomias a que tem legítimo direito como ex Presidente da República.

Acreditamos que alguém tão experiente, daria uma melhor contributo ao país fazendo propostas concretas para cortar na despesa do Estado.

Ajude-nos a demonstrar que nem todos os políticos se regem pela demagogia barata. A democracia portuguesa assim o exige.

Atenciosamente,


A Juventude Social Democrata

quinta-feira, 19 de julho de 2012

"As faturas na Restauração - solução ou perversão?"


Acabo de conhecer a notícia no “Jornal da Tarde” da RTP1, após ver a peça e ouvir a entrevista realizada ao Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, da futura obrigatoriedade dos estabelecimentos comerciais (cafés, restaurantes, cabeleireiros, etc) emitirem facturas de qualquer serviço prestado (ex: pastilha elástica), e considero ser importante partilhar o que penso sobre esta temática e nova medida do Governo.

Consigo entender, pelo menos na teoria, aquilo que o Governo pretende e a ideia é boa, mas, como está, será impraticável e trará consequências nefastas para o nosso país. E será assim porque as pessoas que trabalham estas matérias certamente não convivem com o mercado, não conhecem a realidade destes estabelecimentos, a asfixia com que vivem para os manterem abertos, como se percebeu pela entrevista dada pelo Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais hoje no Jornal da Tarde da RTP1, ou por publicações em redes sociais por membros do Governo da República, como esta: Tsc Tsc pá, lá vêm aqueles políticos pá, a fiscalizarem as nossas contas pá, para pagarmos os impostos que devíamos pá, isto cada vez está mais difícil pá! Tenho que limpar as contas pá, esconder o ferrari pá, comprar umas roupas aos sem abrigo pá, para receber os fiscais pá, para não dar nas vistas pá, assim talvez não me apanhem pá!!!!”

Permitam-me uma nota, devido à ousadia deste print, para dizer que entendo que o exemplo deve vir "de cima", ou seja,  a fiscalização deveria começar por ser feita precisamente aos políticos, às suas declarações de rendimentos, ao seu património, à forma como as suas riquezas surgem, aos seus “ferraris”. Mas eu entendo estas preocupações, pois alguns destes Doutores (membros do governo, Deputados, etc) auferem salários líquidos acima dos € 2000 (dois mil euros) fora outros apoios, sem assumirem responsabilidade por políticas desastrosas que todos os dias acontecem em Portugal, fazendo fortunas, às vezes de forma “pouco clara” aos olhos dos cidadãos, gozando de impunidade, por isso compreendo que muitos deles ignorem a realidade do nosso país, das nossas empresas e dos nossos cidadãos! É verdade que existem outros tantos que "levam por tabela", mas de forma injusta, porque são sérios e trabalham em prol do desenvolvimento do país, por isso a carapuça servirá apenas a alguns...

Voltando à situação que nos urge apreciar, na prática, o que irá acontecer com a execução deste novo imperativo fiscal não é o aumento das receitas fiscais pelo Estado, mas sim possíveis cenários como:

- Aumento dos preços pelos proprietários dos estabelecimentos;

- Diminuição de despesas com o pessoal;

- Encerramento de actividades e dissolução das empresas.

E porquê? Porque desde logo, muitos pequenos estabelecimentos (o grosso em Portugal), com a actual situação chegam ao final do ano civil e fiscal sem realizarem lucro, ou então com margens muito estreitas, estando a contribuir para o funcionamento da economia, gerando emprego, e tendo o seu nome à frente de todas estas responsabilidades. Mas caso o negócio corra mal, são os únicos que não têm direito a subsídio de desemprego. É justo? Não, de todo!

Desafio por isso o Governo a legislar no sentido da atribuição de subsídio de Desemprego aos gerentes dos negócios, em caso de insolvência fortuita. Isso sim seria uma atitude pró-ativa para o desempenho dos mesmos, e para apoiar o desenvolvimento da economia.

E desafio o Governo a rever esta situação das faturas, porque, e lendo um comentário de um proprietário de um estabelecimento do género, em resposta ao Membro do Governo que publicou na rede social facebook, acima transcrito: Então mano Pah..se chegasses ao fim do dia com uma caixa de 200€ Pah tivesses contas para pagar sendo que EDP pagas no mínimo 500€ mes Pah ,funcionários, rendas, taxas as câmaras , higiene e seguranças alimentares, Seg.social, IRS, IRC, combustível ao preço que anda, matérias primas inflacionadíssimas, e para fechares o boquet levas com um IVA trimestral na ordem dos 4000€..nem para um Ferrari, da matchbox tens dinheiro. Não sei que restaurentes andas a frenquentar pá!”, os proprietários encontrarão maiores dificuldades em manter as suas instalações e empresas em funcionamento.ível ao preço que anda ,matérias primas inflacionadissimas,e para fechares o boquet levas com um IVA trimestral na ordem dos 4000€...nem para um Ferrari da matchbox tens €€. Não sei que restaurantes andas a fr

§  ível ao preço que anda ,matérias primas inflacionadissimas,e para fechares o boquet levas com um IVA trimestral na ordem dos 4000€...nem para um Ferrari da matchbox tens €€. Não sei que restaurantes andas a frequePorque o retorno que o Estado Português terá é o encerramento de muitos estabelecimentos, o que resultará na diminuição de receita fiscal, e ainda trará ao Estado maior despesa, como o caso de subsídios de desemprego dos trabalhadores, menores contribuições para a Segurança social, etc. No fundo, trará maiores problemas à nossa economia.

Por isso concluo com um pedido: Senhores do Governo responsáveis por esta matéria, acentuem o diálogo com os empresários e reformulem a medida, para bem dos portugueses e de Portugal.

Todos devem apresentar faturas e declarar os serviços que prestam, mas o Estado deveria ser mais flexível e sensível quanto à asfixia que tem feito a todas as empresas do país, principalmente às micro e pequenas e médias empresas (de todos os sectores da economia, para além da restauração), que tantas dificuldades têm tido para cumprirem as suas obrigações e se manterem em funcionamento, para que a economia portuguesa sobreviva perante a situação em que o país se encontra!

Um abraço amigo,

Ricardo Venâncio.

domingo, 24 de junho de 2012

A Agricultura e a Grande Distribuição

Nas últimas décadas assistimos a uma profunda alteração no mercado da distribuição. Se inicialmente foram os grandes grupos europeus que provocaram o desaparecimento de mercearias um pouco por todo o país, na última década ocorreu uma nova revolução no sector, com o grupo Sonae a fortalecer a sua posição de mercado e com o grupo Jerónimo Martins a ascender à segunda posição, graças a uma inteligente mudança de estratégia. Em 2007, o segmento alimentar representava 42% do mercado retalhista em Portugal, sendo que 37% desde se encontrava concentrado nos grupos Sonae e Jerónimo Martins (fonte: APED http://www.aped.pt/Media/content/184_1_G.pdf). De então para cá o mercado continuou a evoluir no sentido de uma maior concentração.

Esta evolução não foi acompanhada por parte dos produtores. Embora muitos produtores se tenham unido em organizações e cooperativas, estas continuam a carecer de capacidade negocial capaz de fazer frente ao peso dos grandes grupos. Como consequência, as margens de lucro dos produtores têm vindo a decrescer e as margens dos distribuidores a aumentar. Os agricultores há muito anos que se queixam das dificuldades que vão sentindo, mas só muito recentemente com a campanha levada a cabo pelos supermercados Pingo Doce, e após a iniciativa de alguns jornalistas de analisar as margens de lucro destes supermercados, a sociedade em geral começou a tomar consciência deste facto.

O problema está na falta de equilíbrio na mesa de negociações, que leva a que os distribuidores possam impor os termos dos contratos, muitas vezes com cláusulas penosas para a parte mais fraca, tais como a obrigação de indemnização do grupo de distribuição quando o volume produzido ficar abaixo do contratado.


Identificado o problema é preciso encontrar-lhe solução e existem dois caminhos para o fazer: ou os agricultores aumentam de dimensão e reequilibram a mesa de negociações, ou impõem-se condições pela via legislativa, tal como a imposição de margens e/ou preços mínimos. A segunda hipótese vai contra a ideia de um mercado livre e pode levar a um aumento de preços para o consumidor final, pelo que a primeira hipótese é o caminho certo.
Nesse sentido, é preciso fazer com que os agricultores compreendam essa necessidade e se agrupem em mais OP's e cooperativas, mas isso não é o suficiente, pois mesmo essas carecem de dimensão competitiva para conseguir equilibrar os pratos da balança negocial. Há que ir além e criar estruturas, sejam elas associações de agricultores individuais ou de cooperativas/OP's, que consigam alcançar uma dimensão crítica que lhes permita negociar.


Cabe aos agricultores identificar este caminho e a nós incentivá-los a tomá-lo.






Com os melhores cumprimentos,


Valter Roldão





segunda-feira, 4 de junho de 2012

1º Congresso Nacional de Estudantes Social-Democratas


Decorreu no passado Sábado, dia 2 de Junho, em Ansião, o 1º congresso nacional de estudantes social-democratas, no qual foram eleitas as coordenadoras nacionais para os ensinos básico e secundário e para o ensino superior.
A Moção de Estratégia Global que acompanhou a lista única candidata à coordenadora nacional para os ensinos básico e Secundário, cujo primeiro subscritor é Miguel Gomes, defende cinco vectores fundamentais:
  1. A educação para a cidadania - Após a eliminação dos planos curriculares da disciplina, tendo as escolas passado a ter autonomia quanto à sua definição/existência, é importante que se reflicta sobre a sua utilidade, bem como as linhas orientadoras e conteúdo programático.
  2. Educação de excelência - A degradação que tem sofrido o nosso sistema de educação só pode ver uma inversão através de um aumento da exigência e uma busca contínua da excelência.
  3. Acção social escola justa - O nosso sistema de acção social está repleto de injustiças. Na procura de um sistema que vá de encontro às necessidades das pessoas é necessário que sejam ouvidos todos os intervenientes (direcções de escolas, ministério, autarquias pais e estudantes).
  4. Associativismo estudantil - Sendo esta uma das mais importantes vias não-formais de aprendizagem, é fundamental fomentar a participação activa dos estudantes e apoiar as associações.
  5. "Ensino profissional: uma via para a competitividade!" - Durante muitos anos esquecido, o ensino profissional tem conhecido no passado recente um novo alento. É importante continuar a apostar neste tipo de ensino, aumentando a exigência e qualidade do ensino e incentivando os jovens a seguir esta via.

Dino Alves, primeiro subscritor apresentou a Moção de Estratégia Global que acompanhou a lista à coordenadora nacional para o ensino Superior. Esta moção inclui propostas de política educativa nas seguintes áreas:
  1. Financiamento – por uma atribuição de fundos às IES mais inteligente.
  2. Acção Social – A dimensão da crise que enfrentamos exige-nos que dobremos esforços para garantir que nenhum estudante abandone o ensino superior por falta de condições económicas.
  3. Empregabilidade, investigação e inovação – O desemprego é o maior flagelo da juventude e urge encontrar-lhe respostas.
  4. Reestruturação da Rede Nacional do Ensino Superior – A actual rede de IES “desvirtuou a divisão que deveria existir entre os vários subsistemas de ensino.”
  5. Governação das Instituições – Propõe uma revisão do modelo de governação implementado em 2007 pelo RJIES.
  6. Qualidade do ensino e promoção do sucesso – “A garantia de qualidade deve ser assegurada por um processo de avaliação interno e externo”.
  7. Plano de Mobilidade – Com especial enfoque no esquecido programa de mobilidade nacional, o programa Almeida Garrett.
A forte adesão a este congresso demonstra o interesse e preocupação dos estudantes social-democratas com o nosso ensino.
Para terminar, os parabéns à CPM da JSD de Ansião pelo sucesso na organização deste congresso.

Com os melhores cumprimentos,


segunda-feira, 21 de maio de 2012

Conselho Regional JSD-Leiria


Companheiros,

Realizar-se-á, no próximo dia 25 de Maio (Sexta-Feira), um conselho regional da JSD-Leiria, que terá lugar no anfiteatro da escola básica e secundária Fernão do Pó, no Bombarral.Ordem de trabalhos:

  • Apresentação do plano de actividades para o mandato 2012-2014;
  • Análise da situação política;
  • Outros assuntos.

O conselho será precedido por um jantar no restaurante Imperial (junto ao quartel dos Bombeiros Voluntários do Bombarral), marcado para as 20:00.Custo por pessoa: 12€ (jantar+conselho).

Pede-se a todos os interessados em participar que confirmem a vossa presença para o 913221593 (Ricardo Venâncio).